Freqüência de polimorfismo funcional na região promotora do gene 5-HTT como fator de risco para carcinoma de células escamosas cavidade bucal: um estudo caso-controle

dc.creatorEvandro Neves Abdo
dc.date.accessioned2019-08-11T07:06:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:36Z
dc.date.available2019-08-11T07:06:20Z
dc.date.issued2006-07-13
dc.description.abstractEven though tobacco and alcohol are considered risk factors for oral carcinoma, depression has also been identified as an important determinant. An association between polymorphism of the promoter region of serotonin transporter (5-HTTLPR) and tobacco and alcohol consumption has been demonstrated. The short allele (s) has been associated with a reduction in 5-HTT transcription. With the objective of assessing the frequency of such polymorphism in subjects with oral squamous cell carcinoma, a case-control study was carried out. One hundred and three subjects with oral carcinoma were paired for gender, age and tobacco use with 103 healthy controls. After approval by the Ethics Committee, interviews were conducted and mucous swabs collected from all subjects. Data analysis involved Pearson´s chi-squared test (p-value 0.05). No statistical differences (p= 0.118) were observed between allelic frequencies for case and control groups: long allele (l) (55.8% and 49.5%), short allele (s) (44.2% and 50.5%). No statistical differences (p= 0.408) were detected between genotypes distribution for cases (l/s 51.5%; l/l 30.1%; s/s 18.4%) and controls (l/s 42.7%; l/l 33.0%; s/s 24.3%). No statistical differences were identified between genotype distributions amongst cases and controls in relation to smokers and non-smokers, alcohol consumers and non-consumers, amount of tobacco and alcohol consumption and duration of such habits. It was therefore concluded that smoking and alcohol habits were not associated with polymorphisms of the promoter region of serotonin transporter (5-HTTLPR). This polymorphism was not a risk factor to oral squamous cell carcinoma.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/RSGZ-6S3SEM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCarcinoma de células escamosas
dc.subjectSerotonima
dc.subjectPolimorfismo (Genética)
dc.subject.otherTransportador de serotonina
dc.subject.otherPolimorfismo
dc.subject.otherCarcinoma de células escamosas de boca
dc.titleFreqüência de polimorfismo funcional na região promotora do gene 5-HTT como fator de risco para carcinoma de células escamosas cavidade bucal: um estudo caso-controle
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Isabela Almeida Pordeus
local.contributor.advisor1Ricardo Santiago Gomez
local.contributor.referee1Marcelo Drummond Naves
local.contributor.referee1Ney Soares de Araújo
local.contributor.referee1Sérgio Neves Drummond
local.contributor.referee1Alfredo Maurício Batista de Paula
local.description.resumoO fumo e o álcool são considerados os principais fatores de risco para o carcinoma de células escamosas de boca. Tem-se demonstrado uma relação entre os polimorfismos da região promotora do transportador de serotonina (5-HTTLPR) com o consumo de fumo e álcool, principalmente o alelo curto (s) que é associado com uma reduzida transcrição do 5-HTT. Com objetivo de verificar a freqüência desses polimorfismos em pacientes com carcinoma de células escamosas de boca, um estudo do tipo caso-controle incluiu 103 pacientes com o carcinoma e 103 indivíduos saudáveis, pareados por sexo, idade e consumo de fumo. Após a aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais as entrevistas foram realizadas e o material coletado por raspagem da mucosa bucal em todos os pacientes. Os dados foram analisados pelo teste do qui-quadrado de Pearson (valor de p = 0,05). A frequência alélica entre os grupos caso e controle foi respectivamente: alelo longo (l) (55,8% e 49,5%); alelo curto (s) (44,2% e 50,5%), não sendo estatisticamente significativa (p= 0,118). A distribuição dos genótipos foi: grupo caso (l/s 51,5%; l/l 30,1%; s/s 18,4%) e controle (l/s 42,7%; l/l 33,0%; s/s 24,3%), não sendo diferente estatisticamente (p= 0,408). Não houve diferença estatisticamente significativa na distribuição dos genótipos, entre casos e controles, com as variáveis: fumantes e não fumantes; etilistas e não etilistas; consumo de fumo e etanol; tempo de duração dos hábitos. Concluiu-se que na população estudada o hábito de fumar e/ou beber não foi relacionado com os polimorfismos da região promotora do gene 5-HTT. Este polimorfismo não foi um fator de risco para o carcinoma de células escamosas de boca.
local.publisher.initialsUFMG

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