Marcadores metabólicos e inflamatórios após ingestão de sobrecarga de frutose: estudo cruzado e randomizado

dc.creatorAna Maria dos Santos Rodrigues
dc.date.accessioned2019-08-13T13:54:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:05Z
dc.date.available2019-08-13T13:54:24Z
dc.date.issued2018-06-06
dc.description.abstractBackground: Fructose overload consumption is associated with the development of metabolic diseases characterized by the presence of low intensity systemic inflammation. However, the postprandial acute effect of fructose consumption in inflammatory markers is not well known. Objective: To investigate whether the acute consumption of balanced diet containing fructose overload interferes in postprandial metabolic and inflammatory markers of healthy women. Method: Randomized, single-blinded, controlled crossover clinical trial. Each participant received a mixed meal (25% from the total energy expenditure) containing usual foods in the Brazilian diet plus a beverage sweetened with sucrose or glucose or fructose overload. Blood samples were collected in the fasted and postprandial (30, 60, 120 and 240 min). Results: Twenty two healthy women with 27.4 ± 1.2 years old and body mass index of 21.1 ± 0.5 kg / m² completed the three interventions. Serum glucose increased 30 min after food consumption of sucrose and glucose. The levels of triglycerides and total amount of leukocytes in the blood increased to 240 min after ingestion of fructose overload. Serum leptin concentrations were reduced in relation to baseline (30, 60, 120 and 240 min), regardless of the type of carbohydrate ingested. There was no statistical difference in the postprandial concentrations of cholesterol, aspartate aminotransferase, alanine aminotransferase, adiponectin, resistin, interferon, tumor necrosis factor, interleukins (IL-2, IL-4, IL-5, IL-6, IL-10, IL-17) and eotaxin. Conclusion: Fructose overload associated with a standardized meal may promote hyperlipemia and acute inflammation, characterizing the existence of early risk factors for obesity and metabolic diseases.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FARB-BDRJMW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMetabolismo
dc.subjectFrutose
dc.subjectInflamação pós-prandial
dc.subjectGlicemia
dc.subjectInflamação
dc.subject.otherMetabolismo
dc.subject.otherFrutose
dc.subject.otherPeríodo Pós-Prandial
dc.subject.otherInflamação
dc.titleMarcadores metabólicos e inflamatórios após ingestão de sobrecarga de frutose: estudo cruzado e randomizado
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Maria Isabel Toulson Davisson Correia
local.contributor.advisor1Adaliene Versiani Matos Ferreira
local.contributor.referee1Helen Hermana Miranda Hermsdorff
local.contributor.referee1Lucilene Rezende Anastacio
local.contributor.referee1Marina Chaves de Oliveira
local.contributor.referee1Laura Cristina Jardim Porto
local.description.resumoIntrodução: O consumo de frutose é associado com o desenvolvimento de doenças metabólicas caracterizadas pela presença de inflamação sistêmica de baixa intensidade. Entretanto, o efeito pós-prandial agudo de sobrecarga de frutose sobre marcadores inflamatórios ainda é pouco conhecido. Objetivo: Investigar se o consumo de refeição padronizada contendo sobrecarga de frutose interfere em marcadores metabólicos e inflamatórios pós-prandiais agudos de mulheres sadias. Método: Trata-se de estudo cruzado, randomizado, duplo-cego. As participantes receberam uma refeição mista padronizada (25% do gasto energético total) em três ocasiões distintas, composta por alimentos usuais da dieta do brasileiro acrescida de bebida adoçada com sobrecarga de sacarose ou glicose ou frutose (18 a 25 gramas de cada carboidrato). Amostra de sangue foi coleta em jejum e no pós-prandial (30, 60, 120 e 240 min). Resultados: Vinte duas mulheres sadias com média de 27,4 ± 1,2 anos e índice de massa corporal de 21,1 ± 1,8 kg/m² realizaram os três delineamentos experimentais. A glicemia aumentou 30 min após o consumo de sacarose e glicose. As concentrações séricas de triglicérides e da quantidade de leucócitos circulantes elevou 240 min após ingestão de sobrecarga de frutose. As concentrações séricas de leptina reduziram em relação ao basal (30, 60, 120 e 240 min) nos três grupos, sem interferência do tipo de carboidrato consumido. Não houve diferença estatística nas concentrações pós-prandiais de colesterol, alanina aminotransferase, aspartatoamino transferase, adiponectina, resistina, fator de necrose tumoral, interleucinas (IL-2, IL-4, IL-5, IL-6, IL-10, IL-17) e eotaxina em nenhum dos contextos avaliados. Conclusão: A ingestão de sobrecarga de frutose associada a refeição padronizada pode promover aumento de triglicerídeos e marcadores de inflamação aguda, caracterizando a existência de fatores de risco iniciais para obesidade e doenças metabólicas.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_ana_maria_dos_santos_rodrigues.pdf
Tamanho:
1.12 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format