Vida imaginada, vida a imaginar. convite ao colóquio

dc.creatorSergio Alcides Pereira do Amaral
dc.date.accessioned2023-11-29T21:40:35Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:47Z
dc.date.available2023-11-29T21:40:35Z
dc.date.issued2018-11-13
dc.description.abstractIn moments of crisis, colloquies are timely for debating what shall be done, as George Seferis has suggested. The discussion of poetics is also facing in contemporary Brazil the challenge of rethinking its place in society. The “pressure of reality” requires the resistance of the imagination, according to Wallace Stevens. It may be opportune to question well-established academic practices. The reading of poetry may be a way of reopening the contact with the sphere of the public, which is the right place for fighting obscurantism. The Socratic ideal of “life examined” and Matthew Arnold’s proposition of poetry as “criticism of life” deserve reconsideration. Jorge de Sena has searched for a nonnormative way of doing so. The conversation about poetics takes sides with imagination against despair.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18554/ri.v11i2.3441
dc.identifier.issn1981-0601
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61542
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofIntertexto (Uberaba)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia - História e crítca
dc.subject.otherPoesia e contemporaneidade
dc.subject.otherPoesia e ética
dc.subject.otherYorgos Seféris
dc.subject.otherWallace Stevens
dc.subject.otherJorge de Sena
dc.titleVida imaginada, vida a imaginar. convite ao colóquio
dc.title.alternativeExamined life, life to examine: an invitation to the colloquy.
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage13
local.citation.issue2
local.citation.spage3
local.citation.volume11
local.description.resumoColóquios são oportunos em momentos de crise, a fim de debater o que deve ser feito, como sugeriu Yorgos Seféris. A discussão sobre poética também enfrenta no Brasil contemporâneo o desafio de repensar seu lugar na sociedade. A “pressão da realidade” demanda a resistência da imaginação, segundo Wallace Stevens. Pode ser conveniente questionar as práticas acadêmicas arraigadas. A leitura de poesia talvez permita reabrir o contato com a esfera do público, que é o local adequado para combater o obscurantismo. O ideal socrático de “vida examinada” e a proposição de Matthew Arnold sobre a poesia como “crítica da vida” merecem reconsideração. Jorge de Sena buscou um modo não normativo de fazê-lo. A conversa sobre poética se põe ao lado da imaginação contra o desespero.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0247-4993
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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