Metamorfoses do Mercado Público de Montes Claros: Mudanças e Permanências

dc.creatorLunna Chaves Costa
dc.date.accessioned2020-01-16T12:59:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:22Z
dc.date.available2020-01-16T12:59:05Z
dc.date.issued2019-08-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31929
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rightsAtribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Portugal
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherMercado
dc.subject.otherProdução do Espaço
dc.subject.otherTradição
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherArquitetura
dc.subject.otherUrbanização
dc.titleMetamorfoses do Mercado Público de Montes Claros: Mudanças e Permanências
dc.title.alternativeMontes Claros Public Market Metamorphoses: Changes and Permanences
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Daniel Coelho de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7505866427960469
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3934611273853164
local.description.resumoO presente trabalho analisa, historicamente, como surgiu e se desenvolveu o Mercado Central de Montes Claros. Para isso, propusemos compreender a origem e a trajetória da sua construção, que vai desde o primeiro Mercado Central, construído em 1899, até o último Mercado Central Christo Raeff Nedelkoff, construído em 1988 e objeto principal de estudo do nosso trabalho. Para o desenvolvimento da pesquisa, a metodologia utilizada partiu da integração de dois métodos: quantitativo e qualitativo, com vistas a adquirir maior confiança nos dados, por meio do cruzamento das conclusões. Foi realizado um levantamento bibliográfico, junto a jornais, revistas, projetos, levantamentos, mapas e fotografias a respeito dos temas abarcados. Além disso, utilizamo-nos de questionários semiestruturados para entrevistar os diversos agentes que pudessem contribuir com relatos sobre a construção, a demolição e os acontecimentos nesses espaços. A principal consideração que constatamos é de que o primeiro Mercado Central ainda vive no imaginário da população montesclarence, e está presente em diversas manifestações artísticas da cidade, ademais a sua demolição não foi e ainda não é bem aceita pela maioria das pessoas. Quanto ao Mercado Central, percebemos que se trata de um espaço que abriga conflitos sociais dos mais diversos e se coloca como um problema para a administração municipal, pois, por mais que figure como reserva das tradições da sociedade, ainda necessita de readequações estruturais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Território

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