Erros de medicação em um hospital de referência de Minas Gerais, 2001

dc.creatorMario Borges Rosa
dc.date.accessioned2019-08-12T03:18:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:57:24Z
dc.date.available2019-08-12T03:18:30Z
dc.date.issued2002-06-28
dc.description.abstractAiming to evaluate the use of drugs and high-risk conditions predisposing to medication errors, there was a cross-sectional study in 4026 prescriptions containing potentially dangerous drugs (MPP) in a public hospital of reference of Minas Gerais, the period August-September 2001. The readability analysis showed that 19.4% of prescriptions were classified as barely legible and illegible, which increases the risk of measurement errors. The type of limitation was classified into three options: handwriting, mixed or pre-typed and evaluated concurrently readability. There's a higher chance of pre-typed prescriptions delivered the best results in terms of readability. There's a higher chance of handwritten prescriptions are illegible or barely legible, increasing the risk of mistakes. Prescription Pre-typed showed the best results in terms of readability. We evaluated the identification of prescribers emphasizing that in 39.70% of the cases it was difficult or impossible to know which was the author of the prescription. The 7.148MPP prescribed were examined in relation to legibility, pharmaceutical form, concentration, route of administration, range and rate of infusion. 3177 discrepancies were observed with a convergence of 89.1% in four types of problems: lack of concentration and placement of the pharmaceutical form, concentration is difficult to read and doubtful. The most frequent discrepancy was a lack of placing the merger with 49.76% of the records. The Intensive Care Unit (ICU), the Intensive Care Unit (ICU) and Neurology were the sectors with the highest number of problems per prescription. It was noted discrepancies in the concentration of five MPP: hiparina, fentanyl, midazolam, nalbuphine and pancuronium. There were 23 prescribing errors with the following MPP: heparin, midazolam, digoxin, fentanyl and nalbuphine
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AGPA-5L6F6B
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicamentos Prescrição
dc.subjectErros de medicação
dc.subjectMedicamentos Administração
dc.subjectEpidemiologia
dc.subject.otherErros de prescrição
dc.subject.otherMedicamentos portencialmente perigosos
dc.subject.otherErros de medicação
dc.subject.otherEventos adversos relacionados a medicamentos
dc.titleErros de medicação em um hospital de referência de Minas Gerais, 2001
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Edson Perini
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.contributor.referee1Sergia Maria Starling Magalhaes
local.contributor.referee1Lisiane da Silveira Ev
local.description.resumoCom o objetivo de avaliar a utilização de medicamentos de alto risco e condições predisponentes a erros de medicação, realizou-se um estudo descritivo transversal, em 4026 prescrições que continham medicamentos potencialmente perigosos (MPP), em um hospital público de referencia de Minas Gerais, no período de agosto a setembro de 2001. A análise da legibilidade mostrou que 19,4% das prescrições foram classificadas como pouco legíveis e ilegíveis, situação que aumenta o risco de erros de medição. O tipo de prescrição foi classificado em três opções: escrita à mão, mista ou pré-digitada e avaliada concomitantemente a legibilidade. Observou-se maior chance das prescrições pré-digitada apresentou os melhores resultados quanto à legibilidade. Observou-se maior chance das prescrições escritas à mão serem pouco legíveis ou ilegíveis, aumentando o risco de enganos. A prescrição pré-digitada apresentou os melhores resultados quanto à legibilidade. Avaliou-se a identificação dos prescritores destacando-se que, em 39,70% dos casos, houve dificuldade ou foi impossível saber qual o autor da prescrição. Os 7.148MPP prescritos foram examinados em relação à legibilidade, forma farmacêutica, concentração, via de administração, intervalo e taxa de infusão. Foram observadas 3.177 discrepâncias com uma convergência de 89,1% em quatro tipos de problemas: falta de colocação da concentração e forma farmacêutica, pouca legibilidade e concentração duvidosa. A discrepância mais freqüente foi falta de colocação da concentração com 49,76% dos registros. O Centro de Tratamento Intensivo (CTI), a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e a Neurologia foram os setores que apresentaram maior número de problemas por prescrição. Notou-se a concentração das discrepâncias em cinco MPP: hiparina, fentanil, midazolam, nalbufina e pancurônio. Ocorreram 23 erros de prescrição com os seguintes MPP: heparina, midazolam, digoxina, nalbufina e fentanil.
local.publisher.initialsUFMG

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