Central urban squares mediating unexpected encounters between different income classes

dc.creatorPaula Barros
dc.date.accessioned2021-12-15T17:44:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:20Z
dc.date.available2021-12-15T17:44:24Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.issn978-85-8089-1
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38858
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofXVII Enanpur
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenho urbano
dc.subject.otherInclusão social
dc.subject.otherInteração social
dc.subject.otherDesenho urbano
dc.titleCentral urban squares mediating unexpected encounters between different income classes
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issueXVII Enanpur
local.description.resumoO agravamento das desigualdades sociais em função das crises econômicas globais demanda mais pesquisa sobre como o desenho urbano pode facilitar interações sociais entre pessoas pertencentes a classes sociais de diferente poder aquisitivo. O presente estudo tem como objetivo aprofundar o conhecimento acumulado até o momento sobre como os aspectos físicos e espaciais das praças centrais podem facilitar a socialização entre desconhecidos que vivenciam condições urbanas altamente contrastantes no seu cotidiano. Tal conhecimento pode beneficiar as práticas de planejamento e urbanismo em diferentes países ao redor do mundo, principalmente aqueles que enfrentam contrastantes desigualdades sociais e econômicas. Para alcançar esse objetivo, este estudo analisa o uso social em três praças localizadas na área central de Belo Horizonte por pessoas em situação de rua e outros usuários: Praça da Liberdade, da Praça Raul Soares e da Praça da Estação. Ao estudar esses espaços públicos podem ser aprendidas lições sobre como projetar espaços públicos socialmente mais inclusivos. Uma combinação de métodos foi escolhida para coleta de dados in situ: (i) observação não estruturada, (ii) observação sistemática e (iii) entrevista semi-estruturada face-a-face. Foi adoptada uma abordagem quali-quantitativa para a análise de dados. Constatou-se que as pessoas pertencentes às classes mais baixas tendem a realizar atividades sociais opcionais no “fundo” das praças centrais, possivelmente para evitar conflitos. Mais importante ainda, as evidências sugerem praças consideradas mais aprazíveis tendem a ancorar mais conversas entre indesejáveis e os outros usuários.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS
local.publisher.initialsUFMG

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