Erosive tooth wear knowledge in a brazilian dental school: what has changed after a decade?

dc.creatorAna Paula Hermont
dc.creatorLorena Castro Rocha
dc.creatorIsabela Almeida Pordeus
dc.creatorSheyla Márcia Auad
dc.date.accessioned2023-05-05T20:21:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:05Z
dc.date.available2023-05-05T20:21:41Z
dc.date.issued2021-12
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento relacionado ao desgaste dentário erosivo entre pacientes, alunos e docentes de uma faculdade de odontologia brasileira, e compará-lo com um estudo anterior, realizado dez anos antes, no mesmo ambiente acadêmico. Trata-se de um estudo transversal controlado, envolvendo 289 participantes, que foi realizado em uma faculdade de odontologia em Belo Horizonte, sudeste do Brasil. O conhecimento do desgaste erosivo foi avaliado por um questionário autoaplicável. A análise estatística utilizou o teste qui-quadrado e teste Z ajustado pela correção de Bonferroni (p<0,05). Aprovação ética e consentimento informado foram obtidos. Dentre os 289 participantes, 71,0% já ouviram falar sobre o desgaste dentário erosivo, com menor percentual entre os pacientes (p<0,001). Alunos e docentes frequentemente mencionaram transtornos alimentares e dieta ácida como os principais fatores etiológicos para o desgaste erosivo (p<0,001).No entanto, os pacientes relataram bactérias (p=0,026) e má higiene bucal (p=0,002) como fatores etiológicos. A comparação entre os resultados atuais e o estudo anterior não mostrou aumento significativo quanto aos participantes que tinham ouvido falar sobre a essa implicação dentária (p>0,499). Também não houve melhora no conhecimento do desgaste erosivo entre os pacientes (p>0,227), e nenhuma diferença significativa quando eles foram questionados se haviam recebido recomendações preventivas dos alunos (p=0,303). No entanto, houve uma melhora significativa em todas as variáveis em relação às habilidades diagnósticas dos alunos (p<0,005) e no conhecimento dos sinais e sintomas do desgaste erosivo entre os docentes (p=0,030). Em conclusão, o conhecimento do desgaste dentário erosivo ainda não está totalmente incorporado pela amostra. No entanto, houve uma melhoria nas habilidades de diagnóstico dos alunos e docentes desde o último estudo, realizado em 2010.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.30979/rev.abeno.v21i1.1219
dc.identifier.issn2595-0274
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52879
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Da ABENO
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducation, dental
dc.subjectStudents, dental
dc.subjectFaculty, dental
dc.subjectPatients
dc.subjectTooth erosion
dc.subjectKnowledge
dc.subject.otherEducation, dental
dc.subject.otherStudents, dental
dc.subject.otherFaculty, dental
dc.subject.otherPatients
dc.subject.otherTooth erosion
dc.subject.otherKnowledge
dc.titleErosive tooth wear knowledge in a brazilian dental school: what has changed after a decade?
dc.title.alternativeConhecimento sobre desgaste dentário erosivo em uma faculdade de odontologia brasileira: o que mudou depois de uma década?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoThis study aimed to assess knowledge related to erosive tooth wear (ETW) among patients, students and faculty members in a Brazilian dental school and compare it with data from a previous study conducted ten years earlier in the same academic environment. A controlled cross-sectional study involving 289 participants was conducted at a dental school in Belo Horizonte, Southeastern Brazil. Knowledge of ETW was evaluated through a self-administered questionnaire. Statistical analysis used chi-square test; z-test adjusted by Bonferroni correction (p≤0.05). Ethical approval and informed consent were obtained. Among the 289 participants, 71.0% had heard about ETW with a lower percentage among patients (p<0.001). Students and faculty members frequently mentioned eating disorders and acidic diet as the main etiological factors for ETW (p<0.001). However, patients acknowledged bacteria (p=0.026) and poor oral hygiene (p=0.002) as etiological factors. Comparison between present findings and data from the previous study showed no significant increase in participants who had heard about the condition (p>0.499). There was also no improvement in knowledge of ETW among patients (p>0.227), and no significant difference when patients were asked whether they had received preventive recommendations by students (p=0.303). However, there was a significant improvement in all variables regarding students’ diagnostic skills (p<0.005) and in the knowledgeof ETW signs and symptoms among faculty members (p=0.030). In conclusion, knowledge of ETW is still not fully incorporated by the sample. However, there was an improvement in students and faculty’s diagnostic skills since the last study conducted in 2010.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOPEDIATRIA E ORTODONTIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1219

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