Caminhos que andam: o rio Tocantins e a navegação fluvial nos sertões do Brasil

dc.creatorKatia Maia Flores Barros
dc.date.accessioned2019-08-13T17:55:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:06Z
dc.date.available2019-08-13T17:55:15Z
dc.date.issued2006-04-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VGRO-6Y8LXR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNavegação interior
dc.subjectBrasil História
dc.subjectTocantins, Rio História
dc.subjectHistória
dc.subject.otherRio Tocatins
dc.subject.otherNavegação
dc.subject.otherHistória
dc.titleCaminhos que andam: o rio Tocantins e a navegação fluvial nos sertões do Brasil
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Junia Ferreira Furtado
local.contributor.referee1Marcus Vinicius de Freitas
local.contributor.referee1Renato Pinto Venâncio
local.contributor.referee1Ronald Jose Raminelli
local.contributor.referee1Douglas Cole Libby
local.description.resumoO presente estudo tem o intuito de compreender a importância do rio Tocantins no processo de interiorização do Brasil, através da navegação. Voltando aos primórdios da ocupação portuguesa no Brasil, pode-se verificar como os rios foram importantes no conhecimento do interior da colônia e na busca pelo descobrimento de ouro. O estudo ganha importância ao revelar a abundancia e relevância das diversas fontes disponíveis sobre os rios brasileiros, em especial o rio Tocantins, para compreensão das orientações políticas e técnicas, produzidapor técnicos e estudiosos, sobre a utilização e incorporação da natureza ao desenvolvimento do Brasil a partir do segundo reinado. Essa compreensão é fundamental na atualidade, pois parte desses estudos e relatórios servem, ainda, de embasamento as diversas obras usinas hidrelétrica, reclusas e represas que alteram a fisionomia do rio Tocantins. E regiões ribeirinhas. Essa volta ao passado, possibilitou o resgate de parte de uma longa história em que o rio Tocantins era apresentado como um bem de valor, de uso e, por outro lado, estava efetivamente incorporado ao uso social, através de uma navegaçãorudimentar, feita por homens que buscavam, a despeito do governo, aintercomunicação com as demais regiões do país.
local.publisher.initialsUFMG

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