Da contracepção à gestação: como é a orientação farmacêutica?

dc.creatorPaula de Fátima Fernandes Blunk
dc.date.accessioned2025-11-03T15:45:34Z
dc.date.issued2025-08-11
dc.description.abstractSexual and reproductive health intersects with women’s health, encompassing conception, contraception, and pregnancy. Medication use is an important aspect in this context, as is the role of pharmacists. This study aimed to evaluate the profile of pharmaceutical guidance related to medications used for contraception and during pregnancy. It was a cross-sectional study based on an electronic survey completed by pharmacists working in Brazil. Survey responses related to guidance on hormonal and emergency contraception, as well as on medication use during pregnancy, were described. Factors associated with providing such guidance were assessed using logistic regression in univariate and multivariate analyses, with a 5% significance level. Among the 2,350 respondents, 960 (40.9%) reported providing guidance on emergency contraception; 1,070 (45.5%) on contraceptives; and 1,072 (45.6%) on medication use during pregnancy. Providing guidance on emergency contraception was positively associated with being male, holding a master’s or postdoctoral degree, and working in private or public pharmacies. Providing guidance on contraceptives and medication use during pregnancy was also positively associated with being male, working in private or public pharmacies, and having a consultation office in the workplace. The findings demonstrate a considerable frequency of pharmaceutical guidance in women’s sexual and reproductive health, highlighting its relevance. The associated factors reveal both strengths to be consolidated and weaknesses to be addressed, emphasizing the need for initiatives that promote the development and strengthening of pharmaceutical practice in this field.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/698
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subject.otherSaúde da mulher
dc.subject.otherSaúde reprodutiva
dc.subject.otherGravidez
dc.subject.otherContracepção
dc.subject.otherContracepção hormonal
dc.subject.otherFarmacêuticos
dc.titleDa contracepção à gestação: como é a orientação farmacêutica?
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Mariana Martins Gonzaga do Nascimento
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4157162836464120
local.contributor.referee1Cristiane de Paula Rezende
local.contributor.referee1Francisca Sueli Monte Moreira
local.contributor.referee1Caryne Margotto Bertollo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6242296904630641
local.description.resumoA saúde sexual e reprodutiva possui interseção com o campo de saúde da mulher, abrangendo concepção, contracepção e gestação. O uso de medicamentos é um aspecto relevante nesse contexto, assim como a atuação dos farmacêuticos. O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil de orientações farmacêuticas sobre medicamentos usados para contracepção e durante a gestação. Trata-se de um estudo transversal baseado em questionário eletrônico (survey) respondido por farmacêuticos atuantes no Brasil. Foram descritas as respostas referentes às orientações sobre contracepção hormonal, contracepção de emergência e uso de medicamentos na gestação. Também foram avaliados fatores associados à realização dessas orientações, por meio de regressão logística em análises univariadas e multivariadas, considerando significância de 5%. Entre os 2.350 participantes, 960 (40,9%) relataram orientar sobre contraceptivo de emergência; 1.070 (45,5%) sobre anticoncepcionais; e 1.072 (45,6%) sobre uso de medicamentos na gestação. Orientar sobre contracepção de emergência associou-se positivamente a ser homem, possuir mestrado ou pós-doutorado, atuar em farmácia privada ou pública. Orientações sobre anticoncepcionais e medicamentos na gestação também se associaram a ser homem, atuar em farmácia privada ou pública e ter consultório no local de trabalho. Os resultados evidenciam frequência considerável de orientações farmacêuticas no âmbito da saúde sexual e reprodutiva da mulher, demonstrando sua relevância. Os fatores associados indicam, simultaneamente, áreas a serem fortalecidas e fragilidades que demandam estímulo, reforçando a importância de desenvolver iniciativas voltadas ao aprimoramento da atuação farmacêutica nesse campo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0196-2995
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFARMACIA - FACULDADE DE FARMACIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicamentos e Assistencia Farmaceutica
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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