Análise dos depósitos de lateritas niquelíferas do Brasil a partir do conceito de sistemas minerais holísticos

dc.creatorIgor Henrique Fernandes Silva
dc.creatorFlávia Cristina Silveira Braga
dc.date.accessioned2024-09-10T19:17:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:19Z
dc.date.available2024-09-10T19:17:01Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe concept of mineral system, which interprets mineral deposits in relation to terrestrial dynamics, is currently used to interpret the genesis of deposits holistically, being an important tool for mineral research. In this sense, the present work makes an interpretation of nickel laterite according to the precepts of mineral systems and points out potential areas for further research in Brazil. One of the main sources of nickel comes from minerals formed by surface changes of ultramafic rocks submitted totropical climates and relative tectonic stability, with several potential regions in Brazil. The best protoliths that are registered in Brazil are stratiform ultramafic-mafic complexes. However, the ophiolitic complexes associated with the Precambrian mobile belts, correspond to an important geotectonic environment that can host significantdeposits. Practically all Brazilian protoliths are serpentinized, a process that supported the precipitation and accumulation of nickel dissolved in a supergenic environment. In term ofgeomorphology, the lateritizationprofile is closely related to planesurfaces. In most Brazilian nickeliferous laterites, paleobioclimatic conditions submitted the primary silicates with ultramafic nickel, exhumed by planing surfaces, to chemical weathering, andhydrolysis, forcing the precipitation of Ni-goethite (oxidized level) and subsequently to dissolution, reprecipitation and formation of 'garnieritas' (silicate level).
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18190/1980-8208/estudosgeologicos.v30n1p79-99
dc.identifier.issn19808208
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76226
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEstudos Geológicos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNíquel
dc.subjectIntemperismo
dc.subjectMineralogia
dc.subject.otherNíquel
dc.subject.otherIntemperismo
dc.subject.otherMineralogia
dc.titleAnálise dos depósitos de lateritas niquelíferas do Brasil a partir do conceito de sistemas minerais holísticos
dc.title.alternativeAnalysis of nickel-bearing laterite deposits in Brazil from the concept of holistic mineral systems
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage99
local.citation.issue1
local.citation.spage79
local.citation.volume30
local.description.resumoO conceito de sistema mineral, o qual interpreta os depósitos minerais relacionando-os à dinâmica terrestre, atualmente é utilizado para interpretação da gênese dos depósitos de maneira holística, sendo importante ferramenta para a pesquisa mineral. Nesse sentido, o presente trabalho faz uma interpretação do níquel laterítico segundo preceitos dos sistemas minerais, e aponta áreas potenciais para novas pesquisas no Brasil. Uma das principais fontes de níquel provém de minerais formados por alterações superficiais de rochas ultramáficas submetidas à climas tropicais e à relativa estabilidade tectônica, existindo, no território brasileiro, diversas regiões potenciais. Os melhores protólitos que se tem registro no Brasil são complexos ultramáficos-máficos estratiformes. Entretanto, os complexos ofiolíticos associados às faixas móveis pré-cambrianas, correspondem a um importante ambiente geotectônico que pode hospedar depósitos. Praticamente todos os protólitos brasileiros estão serpentinizados, processo que de certa forma auxiliou na precipicitação e acumulação de níquel dissolvido em ambiente supergênico. Quanto à geomorfologia,o processo está intimamente relacionadocom as superfícies de aplainamento. Na maioria das lateritas niquelíferas brasileiras, as condições paleobioclimáticas submeteram os silicatos primários portadores de níquel das rochas ultramáficas, exumadas pelas superfícies deaplainamento, ao intemperismo químico, ou seja, à hidrólise, forçando a precipitação da Ni-goethita (nível oxidado) e posteriormente à dissolução, reprecipitação e formação das ‘garnieritas’ (nível silicatado).
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/estudosgeologicos/article/view/248857

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