Por que se resiste à resistência? Notas sobre sexismo, racismo e LGBTfobia no sindicalismo a partir da perspectiva de "fura-greves"

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Artigo de periódico

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Why do they resist to resistance? Notes on sexism, racism and LGBTphobia in trade unionism from the perspective of "strikebreakers"

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Resumo

Este artigo busca complexificar a compreensão tradicional da vontade de algumas trabalhadoras e alguns trabalhadores de não aderirem a movimentos grevistas, escapando às estigmatizações generalizantes para questionar se o ato de furar greve pode ou não ser concebido, em algumas circunstâncias e cenários específicos, como uma estratégia de resistência passível de utilização por trabalhadoras mulheres, além de trabalhadoras e trabalhadores negras, negros, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, voltada ao enfrentamento do sexismo, do racismo e da LGBTfobia existentes no movimento sindical, no mundo do trabalho e em outras dimensões da vida humana, e se, consequentemente, pode ou não ser compreendido como um apelo à recomposição, à rearticulação e ao fortalecimento da ação coletiva operária e dos sindicatos a partir do reconhecimento da importância de seu engajamento no combate a modalidades de opressão e discriminação reproduzidas em diferentes dimensões sociais.

Abstract

This article aims to elaborate on the traditional understanding about the will of some workers not to join strike movements, escaping from generalized stigmatizations in order to question whether the act of breaking strikes can be conceived or not, under some specific circumstances and scenarios, as a strategy of resistance that may be used by female workers, besides black, gay, lesbian, bissexual and transsexual workers to face up to sexism, racism and LGBTphobia that exist in the trade union movement, in the world of work and in other dimensions of human life, and, consequently, whether it can be conceived or not as an appeal to rearrange, rearticulate and strengthen the collective action of workers and trade unions, acknowledging the importance of their engagement in the combat against forms of oppression and discrimination that are reproduced in different social dimensions.

Assunto

Racismo, Sexismo, Greves e lockouts, Sindicatos, Minorias sexuais

Palavras-chave

Resistência, Sindicato, Racismo, LGBTfobia, Sexismo, Greve

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https://periodicos.ufop.br/libertas/article/view/3

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