Contos de fadas e o programa Conta pra Mim: a família no singular como norma de gênero prevalente

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Resumo

Presenciamos no Brasil, na atual atmosfera conservadora, a defesa de grupos reacionários por uma suposta “família natural”, reivindicada em uma ofensiva antigênero, que envolve grupos religiosos, partidos e movimentos de direita e extrema-direita e organizações pró-família que empreendem ações políticas voltadas a reafirmar uma normalização de condutas de gênero (JUNQUEIRA, 2018). Uma das ações desses grupos é a implementação do programa Conta pra Mim, que compõe a Política Nacional de Alfabetização. Por meio de uma metodologia que abarca elementos da análise de discurso foucaultiana buscamos, neste trabalho, analisar 15 Contos de Fadas desse programa fundamentadas na concepção de que essas narrativas atuam como currículo na relação entre literatura infantil e gênero. Mostramos que os contos analisados roteirizam a normalização do casamento heteronormativo e da família típica nuclear e heterossexual ao selecionarem apenas roteiros tradicionais para comporem o programa.

Abstract

Assunto

Literatura infantojuvenil, Contos de fadas, Identidade de gênero na literatura

Palavras-chave

Conta pra Mim, Contos de Fadas, Gênero, CONBALF

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http://eventos.udesc.br/ocs/index.php/V_CBA/ppr/paper/viewFile/1181/769

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