Dinâmica da infecção e análise filogenética de anaplasma marginale de origem congênita em bezerras naturalmente infectadas.

dc.creatorDouglas Rodrigues do Nascimento Gonzaga
dc.date.accessioned2025-04-28T12:08:13Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:35Z
dc.date.available2025-04-28T12:08:13Z
dc.date.issued2024-03-18
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81904
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherAnaplasmose
dc.subject.otherBovino
dc.subject.otherBezerro
dc.titleDinâmica da infecção e análise filogenética de anaplasma marginale de origem congênita em bezerras naturalmente infectadas.
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Elias Jorge Facury Filho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5531054583210547
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3284469709314954
local.description.resumoA Tristeza Parasitária Bovina (TPB) é um conjunto de doenças complexas em bovinos causadas principalmente por protozoários e riquétsias, resultando em sérias perdas econômicas na pecuária. Essas perdas incluem altas taxas de mortalidade, redução na produção de leite, abortos, atraso no desenvolvimento e gastos extras com medicamentos. A Anaplasmose bovina, causada principalmente por Anaplasma marginale, é uma doença infecciosa predominante em regiões tropicais, causando prejuízos econômicos significativos globalmente. A transmissão de A. marginale está associada a carrapatos, moscas, mosquitos e fômites contaminados, e pela via congênita, que estudos recentes sugerem impactos significativos nos rebanhos. No Brasil e em outras regiões, estudos revelaram frequências consideráveis de transmissão vertical de A. marginale que pode resultar em abortos, nascimento de bezerros infectados ou assintomáticos, bem como casos de Anaplasmose congênita. Acompanhou-se 74 bezerras Holandesas, divididas em grupos positivos (G1) e negativos (G2) para A. marginale no nascimento. A análise revelou uma frequência de transmissão congênita (24,4%) e não foram observadas diferenças na dinâmica da Anaplasmose na reinfecção. No entanto, o grupo infectado necessitou de menos tratamentos e apresentou menor riquetsemia, sugerindo uma resposta diferenciada à doença. Três novas repetições em tandem foram descritas nas amostras de origem congênita. Esses resultados contribuem para a compreensão da dinâmica da doença e podem guiar estratégias de manejo e controle mais eficazes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVETER - ESCOLA DE VETERINARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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