Cytotoxicity, biocompatibility and biomineralization of a new ready-for-use bioceramic repair material

dc.creatorFrancine Benetti
dc.creatorÍndia Olinta de Azevedo Queiroz
dc.creatorLeopoldo Cosme-Silva
dc.creatorLeticia Citelli Conti
dc.creatorSandra Helena Penha de Oliveira
dc.creatorLuciano Tavares Ângelo Cintra
dc.date.accessioned2022-09-29T20:06:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:48Z
dc.date.available2022-09-29T20:06:10Z
dc.date.issued2019-07-22
dc.description.abstractNovas formulações de agregado de trióxido mineral (MTA) são constantemente introduzidas no mercado, geralmente em forma de pó e líquido. O Biocerâmico (Bio-C) Reparador (Repair) é um material pronto para uso sugerido como substituto do MTA, mas suas propriedades precisam ser estudadas. Este estudo avaliou a citotoxicidade, biocompatibilidade e biomineralização do Bio-C Repair comparado ao MTA-High Plasticity (MTA-HP) e MTA branco da Angelus (MTA-Ang). Fibroblastos L929 foram expostos a extratos dos materiais (não diluído, ½ e ¼ diluições; 6, 24 e 48 h). Tubos de polietileno contendo os materiais ou vazios (controle) foram implantados no tecido subcutâneo de ratos. Após 7 e 30 dias (n=8), os espécimes foram removidos para análises (hematoxilinaeosina, von Kossa e luz polarizada). Os dados da citotoxicidade foram analisados estatisticamente pelo teste de two-way ANOVA, e os dados da biocompatibilidade pelos testes de Kruskal-Wallis e Dunn (p<0,05). As células expostas aos materiais apresentaram maior viabilidade celular na maior parte dos períodos, comparados com o controle (p<0,05). O extrato não diluído e ½ diluição do MTA-HP apresentaram maior citocompatibilidade do que Bio-C Repair às 6h, e com ¼ diluição às 24h (p<0,05); o MTA-Ang branco apresentou maior citocompatibilidade do que o Bio-C Repair na maior parte dos períodos (p<0,05). O extrato não diluído do MTA-Ang branco apresentou maior citocompatibilidade às 6 e 24 h comparado ao MTA-HP, e com ½ diluição às 24h (p<0,05). A citocompatibilidade dos materiais foi semelhante às 48 h para a maior parte das diluições (p>0,05). Aos 7 e 30 dias, os grupos apresentaram inflamação moderada e leve, respectivamente (p>0,05). Todos os materiais mostraram estruturas positivas para von Kossa e luz polarizada. Em conclusão, o Bio-C Repair teve citocompatibilidade semelhante aos materiais à base de MTA, é biocompatível e induz à biomineralização
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0103-6440201902457
dc.identifier.issn01036440
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45768
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Dental Journal
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEndodontics
dc.subjectBiocompatible materials
dc.subjectDental materials
dc.subjectMaterials testing
dc.subject.otherBiocompatible materials
dc.subject.otherCytotoxicity
dc.subject.otherDental materials
dc.subject.otherEndodontics
dc.subject.otherMaterials testing
dc.titleCytotoxicity, biocompatibility and biomineralization of a new ready-for-use bioceramic repair material
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage332
local.citation.issue4
local.citation.spage325
local.citation.volume30
local.description.resumoNew mineral trioxide aggregate (MTA) formulations are constantly introduced in the market, usually in a powder-and-liquid form. Bioceramic (Bio-C) Repair is a ready-for-use material suggested as substitute for MTA, but its properties need to be studied. This study evaluated the cytotoxicity, biocompatibility and biomineralization of Bio-C Repair compared to MTA Repair High-Plasticity (MTA-HP) and white MTA-Angelus (MTA-Ang). L929 fibroblasts were exposed to material-extracted (undiluted, ½ and ¼ dilutions; 6, 24 and 48h). Polyethylene tubes with material or empty (control) were implanted in the subcutaneous tissue of rats. After 7 and 30 days (n=8), the specimens were removed for analysis (hematoxylin-eosin, von Kossa and polarized light). Cytotoxicity data were statistically analyzed by two-way ANOVA, and biocompatibility data by Kruskal-Wallis and Dunn tests (p<0.05). The cells exposed to the materials had greater viability at most of the periods compared with control (p<0.05). The undiluted and ½ dilutions of MTA-HP extract showed higher cytocompatibility than Bio-C Repair at 6 h and with the ¼ dilution at 24 h (p<0.05); the white MTA-Ang showed higher cytocompatibility than Bio-C Repair at most of periods (p<0.05). The undiluted white MTA-Ang extract had higher cytocompatibility at 6 and 24h than MTA-HP, and with ½ dilution at 24h (p<0.05). The materials’ cytocompatibility was similar at 48h for most dilutions (p>0.05). At 7 and 30 days, the groups had moderate and mild inflammation, respectively (p>0.05). All materials showed positive structures for von Kossa and polarized light. In conclusion, Bio-C Repair had similar cytocompatibility to MTA-based materials is biocompatible and induces biomineralization.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/bdj/a/9HBMghLXV7FHjPNX6LnJqNP/?lang=en

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