Reabilitação vascular não supervisionada em indivíduos com doença arterial periférica

dc.creatorCarolina Machado de Melofelix
dc.creatorDébora Pantuso Monteiro
dc.creatorDanielle Aparecida Gomes Pereira
dc.date.accessioned2022-05-13T22:12:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:07Z
dc.date.available2022-05-13T22:12:44Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.15448/1983-652X.2019.3.33579
dc.identifier.issn1983-652X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41671
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCiência & saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoença arterial periférica
dc.subjectFisioterapia
dc.subjectAutocuidado
dc.titleReabilitação vascular não supervisionada em indivíduos com doença arterial periférica
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue3
local.citation.volume12
local.description.resumoIntrodução: A reabilitação não supervisionada para indivíduos com doença arterial periférica (DAP) tem como objetivo incentivar os pacientes a praticar exercício físico, imprescindível para melhora do sintoma claudicante e da capacidade funcional. Objetivo: Avaliar os resultados do exercício não supervisionado em indivíduos com DAP no que se refere à capacidade funcional, resistência muscular e autopercepção de funcionalidade. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo que avaliou dados de prontuários de 11 indivíduos com DAP que realizaram reabilitação vascular não supervisionada à distância, durante dois meses, com orientações e reavaliações mensais. A reabilitação foi composta por orientações sobre como o indivíduo deveria realizar o exercício, diário de registro para controle da realização dos mesmos e escala de Borg modificada para quantificar a intensidade. Para as avaliações foram utilizados o Heel-Rise Test (HRT), o Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) e o Walking Impairment Questionnaire (WIQ). Resultados: Uma melhora significativa foi observada no primeiro mês de atividade física não supervisionada em comparação à avaliação inicial no número de repetições (36,73±13,89 e 49,91±21,88, p=0,0001); na taxa de repetição no HRT (0,68±017 repetições/segundo e 0,84±020 repetições/segundo, p=0,004); na distância de caminhada (207,27±97,68 metros e 266,36±113,87 metros, p=0,0001); na economia de caminhada no ISWT (2,07±1,02 metros/frequência cardíaca e 2,59±1,08 metros/frequência cardíaca, p=0,001); na graduação da dor (15,91±12,61% e 43,18±25,23%, p=0,0001) e velocidade de caminhada (21,84±26,91% e 38,59±27,49%, p=0,017) do questionário WIQ. Conclusão: O treinamento não supervisionado, com orientações sistematizadas, é uma opção terapêutica segura e apresenta resultados satisfatórios na capacidade funcional, resistência muscular e autopercepção de funcionalidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faenfi/article/view/33579

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