Quem é e o que deveria fazer um clínico no brasil? Conceito, história e identidade

dc.creatorLucas José de Campos Machado
dc.creatorFlávio Chaimovicz
dc.creatorMilena Maria Moreira Guimarães
dc.date.accessioned2023-07-24T20:07:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:58:52Z
dc.date.available2023-07-24T20:07:13Z
dc.date.issued2016-11-28
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5935/2238-3182.20160140
dc.identifier.issn22383182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56913
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMedicina Clínica
dc.subjectMedicina Interna
dc.subjectMedicina Geral
dc.subjectEducação Médica
dc.subjectEspecialização
dc.subjectMedicina de Família e Comunidade
dc.subject.otherMedicina Clínica
dc.subject.otherMedicina Interna
dc.subject.otherMedicina Geral
dc.subject.otherEducação Médica
dc.subject.otherEspecialização
dc.subject.otherMedicina de Família e Comunidade
dc.titleQuem é e o que deveria fazer um clínico no brasil? Conceito, história e identidade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage7
local.citation.issue26:e-1840
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoO ensino da clínica médica deve ser o ensino de uma atitude. O objetivo desse texto é entender a trajetória do clínico e o seu papel no sistema de saúde brasileiro. Há muita ambiguidade entre os termos clínico,clínico geral e até mesmo médico. Quando se diz que um médico é clínico pode-se referir ao seu método, ou à ideia de clínico geral, sem especialização. Ao longo da história, com avanço do conhecimento, a Medicina, a Clínica, sofre progressiva especialização. Paralelamente, o clínico perde valor. Todavia, com o avanço científico escancara-se a incerteza e complexidade do paciente real, o que, reforça a importância da formação do médico em base e atitude clínica, que trabalha os contrastes e limites, procura o todo e os detalhes, e exagera na reflexão. Ensinar clínica é ensinar essa forma de ser e de olhar. O papel do clínico na rede ambulatorial é impreciso, o que, desorganiza os cuidados, com excessivas fragmentação e simplificação. Há um discurso que o médico clínico com formação mais geral é necessário e deve ser valorizado. Mas não passa retórica, pois esses clínicos são considerados mal sucedidos. A maioria dos médicos recém-formados opta pelas áreas mais focais. Há cada vez menos clínicos e, portanto, menos professores de Clínica Médica,comprometendo o seu ensino. Por tudo isso, o clínico, especialista em Clínica Médica, atualmente com atuação mais restrita ao hospital precisa alargar seu campo de atuação e se valorizar. É necessário que se insira sistematicamente na rede ambulatorial
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://10.5935/2238-3182.20160140

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