Diferenciais de mortalidade por sexo no município de são paulo em 2005 e 2015: contribuição dos grupos etários e das principais causas de óbito

dc.creatorLarissa Gonçalves Souza
dc.creatorPamila c. Lima Siviero
dc.creatorCarla Jorge Machado
dc.date.accessioned2024-01-23T20:55:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:07Z
dc.date.available2024-01-23T20:55:39Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.20947/s0102-3098a0099
dc.identifier.issn19805519
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63272
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira De Estudos De População
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRegistros de Mortalidade
dc.subjectCausas de Morte
dc.subject.otherRegistros de Mortalidade
dc.subject.otherDecomposição
dc.subject.otherCausas de Morte
dc.titleDiferenciais de mortalidade por sexo no município de são paulo em 2005 e 2015: contribuição dos grupos etários e das principais causas de óbito
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage23
local.citation.spage1
local.citation.volume36
local.description.resumoO objetivo deste trabalho é analisar o diferencial de mortalidade por sexo no município de São Paulo, em 2005 e 2016, por meio de análises dos níveis e padrões do diferencial, além de examinar a contribuição dos diversos grupos etários e das principais causas de óbito. Os indicadores calculados foram o diferencial da esperança de vida ao nascer, a razão de sexo entre as taxas específicas de mortalidade e a contribuição dos grupos etários e das causas de morte para o diferencial. Os resultados evidenciam que o maior ganho dos homens em esperança de vida ao nascer contribuiu para a redução de 1,30 ano do diferencial entre os dois anos estudados. Ademais, apesar das elevadas razões de sexo entre as taxas específicas de mortalidade dos jovens, os idosos foram os que mais contribuíram para explicar a vantagem feminina na mortalidade. Por último, as doenças do aparelho circulatório, neoplasias e causas externas foram responsáveis pelas maiores contribuições para o diferencial. No entanto, a análise do padrão de causas de óbito em conjunto com o padrão etário mostra que, para os idosos, cuja participação é maior para o diferencial, as doenças do aparelho circulatório, neoplasias e doenças do aparelho respiratório foram mais decisivas na formação do diferencial.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.20947/S0102-3098a0099

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