Eficácia e segurança da rivaroxabana no tratamento da fibrilação atrial

dc.creatorDaniel Ribeiro Rego
dc.date.accessioned2019-08-09T12:53:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:09Z
dc.date.available2019-08-09T12:53:55Z
dc.date.issued2018-02-27
dc.description.abstractAbout 20% to 30% of strokes are of cardioembolic origin, with atrial fibrillation (AF) being the main cardiogenic cause. AF is an uncommon condition in the population and increases its prevalence with age. It is related to more severe stroke charts compared to the other causes. The use warfarin is highly effective in preventing stroke in patients with non-valvular atrial fibrillation and is it recommended for people at increased risk. However, food and drug interactions require frequent monitoring of coagulation and dose adjustments, requirements that make it difficult for many patients to use such drugs in clinical practice. Rivaroxaban is a direct inhibitor of factor Xa that may provide more consistent and predictable anticoagulation than warfarin. In this review, considerations are presented on the pharmacology of rivaroxaban and its recent clinical trials for its efficacy and safety compared to warfarin. In this scenario, rivaroxaban has been chosen as the option, because it has presented similar or slightly better efficacy than warfarin with a slightly lower risk of bleeding.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-BC8NM8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFarmacologia
dc.subject.otherAVE
dc.subject.otherFibrilação atrial
dc.subject.otherRivaroxabana
dc.subject.otherVarfarina
dc.titleEficácia e segurança da rivaroxabana no tratamento da fibrilação atrial
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Rita Carolina Figueiredo Duarte
local.contributor.advisor1Claudia Natalia Ferreira
local.contributor.referee1Stefany Bruno de Assis Cau
local.contributor.referee1Rita Carolina Figueiredo Duarte
local.contributor.referee1Lorena Caixeta Gomes
local.description.resumoCerca de 20 a 30% dos acidentes vasculares encefálicos (AVE) são de origem cardioembólica, sendo a fibrilação atrial (FA) a principal causa cardiogênica. A FA é uma situação não rara na população e aumenta sua prevalência com a idade. O AVE causado pela FA tem se mostrado mais grave que comparativamente a outras causas. Por isso, o uso de anticoagulantes como a varfarina, antagonista de vitamina K, é altamente eficaz para prevenção de AVE em pacientes com fibrilação atrial não valvar, sendo recomendado para pessoas com elevado risco tromboembólico. No entanto, devido às interações alimentares e medicamentosas, há a necessidade de monitoração frequente da coagulação e ajustamentos de dose, requisitos que tornam difícil para muitos pacientes usar tais fármacos na prática clínica. Nos últimos anos, novos fármacos anticoagulantes têm sido estudados, dentre eles destaca-se a rivaroxabana, um inibidor direto do fator Xa que pode fornecer uma anticoagulação mais consistente e previsível do que a varfarina. Nesta revisão, são apresentadas considerações sobre a farmacologia da rivaroxabana e os resultados recentes de ensaios clínicos de eficácia e segurança em comparação a varfarina. Neste cenário, a rivaroxabana tem surgido como opção, por apresentar-se com eficácia semelhante ou discretamente melhor do que a varfarina e com risco de hemorragia discretamente menor.
local.publisher.initialsUFMG

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