Modificação do perfil da silicose na mineração subterrânea de ouro em Minas Gerais

dc.creatorLeandro Liberino Silva
dc.creatorLeandro Portes Cury Lima
dc.creatorCristovam Chiaradia Barbosa
dc.creatorAluísio Diniz Machado
dc.creatorAdriano Starling Mosci
dc.creatorFrancisco Das Chagas Lima e Silva
dc.creatorDaniele Nunes Della Torre
dc.creatorAndréa Maria Silveira
dc.creatorAna Paula Scalia Carneiro
dc.date.accessioned2022-03-11T16:38:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:31:57Z
dc.date.available2022-03-11T16:38:17Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2317-6369000008117
dc.identifier.issn2317-6369
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39997
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de saúde ocupacional
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde Coletiva
dc.subjectPneumoconiose
dc.subjectDoenças ocupacionais
dc.subjectOuro
dc.subject.othermineração
dc.subject.otherpneumoconiose
dc.subject.othersilicose
dc.subject.otherdoenças ocupacionais
dc.titleModificação do perfil da silicose na mineração subterrânea de ouro em Minas Gerais
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage10
local.citation.spage1
local.citation.volume43
local.description.resumoIntrodução: Minas Gerais é o estado brasileiro com maior registro de casos de silicose, sendo grande parte proveniente de casuísticas acumuladas das minerações de ouro. Objetivos: descrever e analisar temporalmente a ocorrência de silicose na mineração de ouro identificando fatores ocupacionais relacionados. Métodos: estudo transversal com 1.020 ex-mineiros da região de Nova Lima/MG, avaliados entre 1995 e 2011. Resultados: o diagnóstico de silicose foi confirmado em 19,7% dos avaliados. Nenhum caso da doença foi identificado em indivíduos que trabalharam apenas na superfície. A prevalência no grupo que trabalhou até 5 anos no subterrâneo foi de 3,8% e no grupo com mais de 20 anos de trabalho nesse local foi de 44,2%. Os admitidos para trabalho subterrâneo até 1950 apresentaram prevalência de 57,9%. Entre os admitidos após 1990, não houve registro de casos. Conclusão: verificou-se uma queda expressiva na ocorrência de silicose no período analisado. Uma vez que a doença é sabidamente dose-dependente, é esperado que a diminuição dos níveis de exposição, obtido pelas melhorias dos ambientes ocupacionais, tenha refletido nestes resultados. É fundamental que tais medidas continuem a ser adotadas na mineração e em outros ramos de atividade visando reduzir a ocorrência da doença.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbso/a/bt89pJcFcYMMd3HJ45z4zNx/?lang=pt

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