A dimensão configurante da narrativa jornalística : massacre de Realengo nas capas de Veja, IstoÉ e Época

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Partindo do princípio de que as capas são espaços privilegiados de produção de sentidos, este artigo propõe analisar a configuração narrativa operada pelas revistas Veja, Época e IstoÉ na cobertura do massacre de Realengo, ocorrido em abril de 2011. Utilizando-se, principalmente, de conceitos que tratam das narrativas jornalísticas do acontecimento, este ensaio se propõe observar a configuração narrativa daquele trágico evento nas capas das revistas citadas, em suas primeiras edições relativas àquela cobertura. Busca-se compreender, a partir de recorrências e gestos singulares, as estratégias narrativas das quais as três revistas semanais de informação lançaram mão para configurar aquele acontecimento.

Abstract

Assunto

Jornalismo, Veja (Revista), IstoÉ (Revista), Época (Revista)

Palavras-chave

Narrativa, Acontecimento, Configuração, Realengo, Veja, IstoÉ, Época

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