Estudo de intercomunicação hidráulica superficial-subterrânea no carste da área peri-urbana de Pains/MG, utilizando-se traçador Rondamina WT

dc.creatorPaulo Mario Cruz de Freitas
dc.date.accessioned2019-08-14T04:54:51Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:16Z
dc.date.available2019-08-14T04:54:51Z
dc.date.issued2009-07-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7Y7LUH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHidrogeologia
dc.subjectCarste
dc.subjectÁguas subterrâneas
dc.subject.otherRodamina WT
dc.subject.othertraçagor
dc.subject.otherhidrogeologia
dc.subject.othertraçador corante
dc.subject.othercarste
dc.titleEstudo de intercomunicação hidráulica superficial-subterrânea no carste da área peri-urbana de Pains/MG, utilizando-se traçador Rondamina WT
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Leila Nunes Menegasse Velasquez
local.contributor.referee1Alexandre Uhlein
local.contributor.referee1Marcos Machado Drumond
local.description.resumoA área estudada insere-se na Província cárstica de Pains, centro oeste de Minas Gerais, e está localizada na Bacia do Rio São Miguel, sub Bacia do Rio São Francisco. A principal atividade econômica é a extração e beneficiamento de rocha calcária/dolomítica, para a siderurgia, construção civil, corretivos de solo e cal. Regionalmente ocorrem rochas carbonáticas e silto-argilosas pertencentes ao Grupo Bambuí, no limite sudoeste da porção sul do Cráton do São Francisco. A área de estudo encontra-se sobre o substrato pertencente às rochas da Formação Sete Lagoas. O clima é temperado brando com verão quente e chuvoso e inverno seco. A temperatura média anual é de 20,7°C e a precipitação média anual de 1344 mm. A Província cárstica de Pains destaca-se por um carste bem evoluído, exibindo zonas pontuais de recarga aqüífera (sumidouros e dolinas), de descarga (surgências) e de transporte (grutas e condutos). O próprio abastecimento público da cidade de Pains provém de uma ressurgência. Entretanto, as interferências antrópicas existentes sobre esse ambiente podem fragilizar a dinâmica hídrica e a qualidade das águas circulantes, a exemplo das atividades mineradoras nas imediações da gruta do Éden, inserida nesse estudo, a maior e mais importante da região. Para a prevenção desses impactos é imprescindível: o conhecimento do arranjo espacial da rede de condutos subterrâneos; identificar os pontos de recarga e descarga localizados do sistema cárstico; e, identificar as direções preferenciais dos fluxos da água e as respectivas velocidades de circulação. Tais demandas foram objeto deste estudo, numa área de 5,6 km2, adjacente oeste da sede de Pains. A metodologia do estudo constou de estudo dos fotolineamentos, medição de direções das fraturas; reconhecimento dos sumidouros e surgências cársticas, e estudo quantitativo dos fluxos subterrâneos e superficiais, por meio do traçador corante Rodamina WT injetado em um sumidouro a sudoeste da área de estudo. Amostradores automáticos foram instalados em três surgências inclusive na de captação para abastecimento de Pains. Medidas de vazão foram realizadas antes das entradas dos sumidouros e nas surgências pelo método químico utilizando-se Rodamina WT. Foram traçadas as curvas de passagem nas surgências para a quantificação da velocidade de trânsito, e as curvas de recuperação da massa injetada para obtenção do balanço de massa, que permitiu quantificar a contribuição dos volumes para cada ponto amostrado. Os resultados mostraram conexão entre o sumidouro injetado e todas as surgências monitoradas, e a contribuição volurnétrica para cada uma delas, evidenciando a fragilidade da área do ponto de vista hidrológico frente às pressões antrópicas. Mostrou ainda que, as três direções de condutos da água subterrânea estão associadas aos fraturamentos medidos.
local.publisher.initialsUFMG

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