Understanding backwardness as a structural problem: historical time in the analysis of the Russian Narodniks and Lenin, Gerschenkron, and Furtado

dc.creatorAlexandre Mendes Cunha
dc.creatorDenis Melnik
dc.creatorEduardo da Motta e Albuquerque
dc.date.accessioned2025-04-23T21:16:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:50:36Z
dc.date.available2025-04-23T21:16:23Z
dc.date.issued2025-04-14
dc.description.abstractO artigo explora o conceito de atraso como um problema estrutural. O ponto de partida é situar a contribuição de Luigi Pasinetti para a questão da mudança estrutural, a fim de desdobrar a partir daí algumas ligações tentativas na história do pensamento econômico para pensar a questão do atraso a partir da periferia. Pasinetti desempenha um papel central na ligação da extensão da análise keynesiana da Escola de Cambridge a perspectivas de longo prazo e à teorização da mudança estrutural. A obra de Pasinetti, juntamente com a distinção de Joan Robinson entre tempo lógico e tempo histórico, forma uma base importante para compreender a persistência da heterogeneidade na estrutura econômica mundial, especialmente no contexto das relações econômicas internacionais. A teoria econômica tradicional, focada no “tempo lógico”, tende a negligenciar essa heterogeneidade em favor das forças do livre comércio, enquanto uma análise baseada no “tempo histórico” reconhece e enfatiza sua persistência. Um ponto importante, contudo, é que este tem sido um problema de longa data, especialmente em análises da periferia do capitalismo. O artigo explora algumas ligações não óbvias na história do pensamento econômico, examinando as contribuições de vários autores, como os autores narodniks russos, Vladimir Lenin, Alexander Gerschenkron e Celso Furtado. Ênfase especial é dada à análise de Furtado, que enfatiza o papel crucial do tempo histórico na compreensão da combinação de acumulação e atraso nos processos de subdesenvolvimento, especialmente em regiões periféricas. O artigo enfatiza a importância da análise histórica na teoria econômica como uma forma de expandir o poder explicativo dos modelos teóricos e de compreender a dinâmica econômica em um contexto mais amplo.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4337/roke.2025.02.02
dc.identifier.issn2049-5331
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81796
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectEconomia
dc.subjectPensamento Economico
dc.subjectHistoria
dc.subjectPasinetti
dc.subjectKeynes
dc.subjectRelacoes Economicas Internacionais
dc.subjectVladimir Lenin
dc.subjectCelso Furtado
dc.subjectAlexander Gerschenkron
dc.subject.otherlogical time
dc.subject.otherhistorical time
dc.subject.otherstructural heterogeneity
dc.subject.othereconomic backwardness
dc.subject.otherunderdevelopment
dc.subject.otherperipheral capitalism
dc.subject.otherPasinetti
dc.subject.otherRussian Narodniks
dc.subject.otherLenin
dc.subject.otherGerschenkron
dc.subject.otherFurtado
dc.titleUnderstanding backwardness as a structural problem: historical time in the analysis of the Russian Narodniks and Lenin, Gerschenkron, and Furtado
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage189
local.citation.issue2
local.citation.spage171
local.citation.volume13
local.description.resumoThe paper explores the concept of backwardness as a structural problem. The starting point is to situate Luigi Pasinetti’s contribution to the question of structural change, in order to unfold from there some tentative links in the history of economic thought for thinking about the question of backwardness from the periphery. Pasinetti plays a central role in linking the Cambridge School’s extension of Keynesian analysis to long-run perspectives and the theorization of structural change. Pasinetti’s work, together with Joan Robinson’s distinction between logical and historical time, forms an important basis for understanding the persistence of heterogeneity in the world economic structure, especially in the context of international economic relations. Traditional economic theory focusing on “logical time” tends to overlook this heterogeneity in favor of the forces of free trade, while an analysis based on “historical time” recognizes and emphasizes its persistence. An important point, however, is that this has long been a problem, especially in analyses of the periphery of capitalism. The article explores some non-obvious links in the history of economic thought, examining the contributions of various authors such as the Russian Narodnik authors, Vladimir Lenin, Alexander Gerschenkron, and Celso Furtado. Special emphasis is placed on Furtado’s analysis, which emphasizes the crucial role of historical time in understanding the combination of accumulation and backwardness in underdevelopment processes, especially in peripheral regions. The article emphasizes the importance of historical analysis in economic theory as a way to expand the explanatory power of theoretical models and to understand economic dynamics in a broader context.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.elgaronline.com/view/journals/roke/roke-overview.xml

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