Schistosoma Mansoni: avaliar se a plaquetopenia pode ser marcadora de Esquistossomose Hepatoesplênica em área endêmica do nordeste de Minas Gerais, Brasil

dc.creatorSandra Costa Drummond
dc.date.accessioned2019-08-14T01:13:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:09:25Z
dc.date.available2019-08-14T01:13:10Z
dc.date.issued2014-02-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9MVKJ2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSchistosoma mansoni
dc.subjectBrasil
dc.subjectEsquistossomose mansoni/complicações
dc.subjectTrombocitopenia/parasitologia
dc.subjectMarcadores biológicos
dc.subjectEsquistossomose
dc.subjectHepatopatias parasitárias/complicações
dc.subjectMedicina
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectDoenças endêmicas
dc.subject.otherCiências da Saúde: Infectologia e Medicina Tropical
dc.titleSchistosoma Mansoni: avaliar se a plaquetopenia pode ser marcadora de Esquistossomose Hepatoesplênica em área endêmica do nordeste de Minas Gerais, Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Carlos Mauricio de F Antunes
local.contributor.advisor1Jose Roberto Lambertucci
local.contributor.referee1Paulo Marcos Zech Coelho
local.contributor.referee1Mariangela Carneiro
local.description.resumoEstudos realizados em hospitais brasileiros mostraram que a trombocitopenia poderia ser usada como marcador da forma hepatoesplênica da esquistossomose. O objetivo do presente estudo é o de avaliar se a plaquetopenia poderia identificar os pacientes com a forma hepatoesplênica da esquistossomose em área endêmica do nordeste de Minas Gerais. A população do distrito de Topázio em Teófilo Otoni (MG), composta de 1.543 indivíduos, com prevalência da esquistossomose de 23% foi selecionada para o estudo. Todos tiveram um exame parasitológico de fezes examinado pelo método de Kato-Katz. Quatrocentos indivíduos foram admitidos ao estudo. Assim, 384 responderam o questionário padronizado. Na última semana de julho de 2012, 384 voluntários foram examinados; 13 (3,3%) não completaram os exames e foram excluídos do estudo. Eles responderam a questionário padronizado e submeteram-se a exame clínico e ultrassonográfico do abdômen (US). Coletou-se sangue para a contagem de plaquetas. Os dados foram analisados no pacote estatístico SPSS, 18.0. A esquistossomose hepatoesplênica foi classificada em quatro grupos: (Grupo 1) baço >13cm e fibrose periportal ao US; (Grupo 2) baço palpável e >13cm ao US; (Grupo 3) baço>13cm ao US; e (Grupo 4) baço palpável. Vinte um pacientes tinham a forma hepatoesplênica da esquistossomose por todas as definições (5,5%). Havia 8 pacientes no Grupo 1 (2,1%), 21 no Grupo 2 (5,5%), oito no Grupo 3 (2,1%) e 18 no Grupo 4 (4,7%). Houve diferença significativa entre a média do número de plaquetas entre os hepatoesplênicos e os controles (152.952/mm³ versus 237.275/mm³; p<0,01). Utilizando-se a curva ROC para plaquetas <143.000/mm³ a sensibilidade e a especificidade foram de 92,3% e 75,0% para o Grupo 1; 93,4% e 47,6% para o Grupo 2; 92,4% e 75,0% para o Grupo 3; 93,0% e 44,4% para o Grupo 4,respectivamente. Considerando os nossos achados, concluo que em área endêmica para esquistossomose com prevalência da doença de 23%, as plaquetas no sangue <143.000/mm³ identificam, com boa sensibilidade e especificidade regular, os pacientes com esquistossomose hepatoesplênica. Nos casos de triagem, naturalmente, a escolha deverá valorizar a sensibilidade.
local.publisher.initialsUFMG

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