O modelo metapsicológico de André Green para o caso-limite

dc.creatorLucas Fernando de Carvalho Grossi
dc.date.accessioned2022-09-23T14:52:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:40:20Z
dc.date.available2022-09-23T14:52:29Z
dc.date.issued2021-02-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45419
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherCaso-limite
dc.subject.otherNarcisismo de morte
dc.subject.otherAngústia branca
dc.subject.otherAlucinação negativa
dc.titleO modelo metapsicológico de André Green para o caso-limite
dc.title.alternativeAndré Green's metapsychological model for the borderline case
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Fábio Roberto Rodrigues Belo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6662229640588396
local.contributor.referee1Cassandra Pereira França
local.contributor.referee1Claudia Garcia Amorim
local.contributor.referee1Maria Teresa de Melo Carvalho
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4415366866779570
local.description.resumoO aspecto inovador trazido por Green na explicação do psiquismo não neurótico está no papel do fracasso do trabalho do negativo como o causador da destrutividade contra os processos de pensamento e de representação. Será por meio da falência da alucinação negativa da figura materna, no contexto do narcisismo primário, que a capacidade de reconhecimento e de reflexividade será afetada incapacitando os processos de pensamento e subjetivação. O conceito de mãe morta (Green, 1988) inaugura um modelo etiológico paradigmático para o caso-limite a partir da união da teoria do narcisismo e da teoria da pulsão de morte, que para Green, deveria ser referida como pulsão de destruição. O autor então introduz o conceito de narcisismo de morte e demonstra como a pulsão de destruição pode ser reinterpretada de forma que, ao invés de uma força de agressividade, deveria ser percebida como uma força de função desobjetalizante, como uma atividade exacerbada de desvinculação. A pulsão de destruição seria a determinante, no caso-limite, de uma espécie de experiência afetiva singular, denominada angústia branca. Indica uma estrutura cujo funcionamento é genuinamente limítrofe, o que lhe afasta de qualquer categorização diante dos fenômenos que determinam tanto a neurose quanto a psicose. No que concerne às representações, o caso-limite indica um psiquismo que é marcado pela precariedade do processo de pensamento. A pulsão de destruição aqui impede os vínculos que são necessários à simbolização e consequentemente à analisabilidade, tornando-se fundamental uma compreensão acerca da noção de terceiridade. Consiste na atividade de conjunção ou disjunção dos processos primários e secundários, o que permite a estabilidade egóica necessária aos processos de simbolização. Os chamados processos terciários envolvem a relação entre o sujeito, o objeto e o outro do objeto, como uma relação atualizante produtora de síntese.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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