Alterações fisiológicas nas sementes armezenadas de Butia capitata e seus impactos na germinação de embriões cultivados in vitro

dc.creatorMarco Aurélio dos Santos Junior
dc.date.accessioned2025-06-13T12:43:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:31Z
dc.date.available2025-06-13T12:43:04Z
dc.date.issued2024-12-30
dc.description.abstractSeed storage can lead to both dormancy breaking and seed deterioration. However, this topic remains understudied in tropical species. We evaluated physiological changes in seeds of Butia capitata (a native fruit species of the Brazilian Cerrado) over time under different storage conditions. Freshly dispersed pyrenes (endocarp+seed) of B. capitata were stored in shade and monitored for 150 days for water content, germination, emergence speed index (ESI), malondialdehyde (MDA) content, electrical conductivity (EC), and operculum resistance. In another study, pyrenes stored in sand, shade, and refrigeration for 270 days had their embryos excised, cultured in vitro, and evaluated for cotyledonary petiole elongation, sheath emission, and root development. Water content decreased throughout storage until stabilization after 120 days. Germination rate, emergence speed index (ESI), and operculum resistance remained stable until 90 days, showing significant reduction at 120 and 150 days. Conversely, malondialdehyde (MDA) content and electrical conductivity (EC) increased over time, particularly after 90 days of seed storage. Refrigerated storage promoted significantly greater elongation rates compared to other treatments, enabling over 75% of embryos to exhibit petiole growth after 210 days of storage. Sheath emission and root development were reduced during the storage period, particularly after 90 days, regardless of storage conditions. Storage promoted dormancy reduction in B. capitata seeds but simultaneously decreased viability and vigor, particularly after 90 days of storage. While refrigeration extended seed longevity, it reduced sheath emission and root development capacity during in vitro cultivation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82940
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectGerminação
dc.subjectLongevidade
dc.subjectDeterioração
dc.subjectPlantas -- Propagação in vitro
dc.subject.otherGerminação
dc.subject.otherLongevidade
dc.subject.otherDeterioração
dc.subject.otherCultivo de embriões
dc.subject.otherCultivo In Vitro
dc.titleAlterações fisiológicas nas sementes armezenadas de Butia capitata e seus impactos na germinação de embriões cultivados in vitro
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Paulo Sérgio Nascimento Lopes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9615218836471966
local.contributor.referee1Letícia Renata de Carvalho
local.contributor.referee1Cristina de Paula Martins
local.contributor.referee1Daniel Pereira Miranda
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6340827688408686
local.description.resumoO armazenamento de sementes pode levar à superação de dormência das sementes, bem como a sua deterioração. Entretanto, em espécies tropicais, esse tema é pouco estudado. Nós avaliamos as alterações fisiológicas em sementes de coquinho azedo (Butia capitata), espécie frutífera nativa do Cerrado Brasileiro, ao longo do tempo e em condições diferentes de armazenamento. Pirênios (endocarpo+semente) recém-dispersos de B. capitata foram armazenados a sombra e monitorados por 150 dias quanto ao conteúdo de água, germinação, índice de velocidade de emergência (IVG), teor de malondialdeído (MDA), condutividade elétrica (CE) e resistência do opérculo. Em outro estudo, pirênios armazenados em areia, sombra e regriferação por 270 dias, tiveram seus embriões excisados, cultivados in vitro e avaliados em relação ao alongamento do pecíolo cotiledonar, emissão da bainha e de raiz. O conteúdo de água diminuiu ao longo do armazenamento até estabilização após os 120 dias. A taxa de germinação, o IVG e a resistência do opérculo mantiveram-se estáveis até os 90 dias, com redução significativa aos 120 e 150 dias. Ao contrário, o MDA e CE aumentam ao longo do tempo, principalmente a partir de 90 dias de estocagem da semente. A regriferação das sementes proporcionou maior taxa de alongamento ao longo do tempo em relação aos demais tratamentos, permitindo que mais de 75% dos embriões apresentassem crescimento do peciolo com 210 dias de armazenamento. A emissão de bainha e raízes foi reduzida durante o período de estocagem, principalmente após 90 dias, independente da condição de armazenamento. O armazenamento promove redução da dormência das sementes de B. capitata, mas também reduz a viabilidade e o vigor, especialmente após 90 dias de armazenamento. A condição de regriferação amplia a longevidade das sementes, porém reduz a capacidade de emissão de bainha e raízes no cultivo in vitro.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Produção Vegetal

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