O povo nas obras de Maquiavel

dc.creatorJoão Gabriel da Silva Pinto Filho
dc.date.accessioned2023-07-03T00:55:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:07Z
dc.date.available2023-07-03T00:55:53Z
dc.date.issued2023-03-20
dc.description.abstractThe central theme of this thesis is the people in Machiavelli's works. Taking the works The Prince and The Discourses on Lívy as a major reference, in complementarity with several other Machiavellian texts, our main objective with it is to seek to understand how our author conceives the people in what refers to a principality and also to a republic. The thesis that guides this work is that Machiavelli understands the people in his most significant philosophical works in two main ways, both as a generality that refers to the universal of a political body, and as a specific part of the city. The generic people, which refers to the universality of a city, is treated in most cases in a sense relatively similar to the mentions that we find over the centuries both in the works of philosophers and historians of Greco-Roman antiquity, as well as in various texts of the Middle Ages and the Italian Renaissance. The people, understood as a part, is the concept that presents crucial novelties for Machiavellian theory in relation to the history of political philosophy, given that, as a result of his desire, we find in him not only a greater aptitude to be the guardian of the freedom of a city , but mainly a capacity to extend to the universal the effects derived from actions arising from its characteristic humor. Thus, when he chooses to identify a popular part of the city in the face of the universality of a people, what Machiavelli does is reveal to us the desire not to be dominated or oppressed as the heart of political life in cities, and, therefore, the people are part of fundamental element of the political relations that proliferate among the people in general, both in terms of the aggregation and the disintegration of a political body
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/55662
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectMachiavelli, Niccolo, 1469-1527
dc.subjectRepublicanismo - Teses
dc.subjectCiência política - Filosofia - Teses
dc.subject.otherPovo
dc.subject.otherMaquiavel
dc.subject.otherRepública
dc.subject.otherRepública
dc.subject.otherPolítica
dc.titleO povo nas obras de Maquiavel
dc.title.alternativeThe people in Machiavelli's works
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Carlo Gabriel Kszan Pancera
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4119515828689573
local.contributor.referee1Sérgio Cardoso
local.contributor.referee1Helton Machado Adverse
local.contributor.referee1Flávia Roberta Benevenuto de Souza
local.contributor.referee1José Antônio Martins
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9263267210654236
local.description.embargo2025-03-20
local.description.resumoO tema central desta tese é o povo nas obras de Maquiavel. Tomando como maior referencial as obras O Príncipe e Os Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio, em complementariedade com diversos outros textos maquiavelianos, nosso maior objetivo com ela é buscar entender como nosso autor concebe o povo naquilo que se refere a um principado e também a uma república. A tese que norteia este trabalho é que Maquiavel compreende o povo em suas obras filosóficas mais significativas de duas maneiras principais, tanto como generalidade que remete ao universal de um corpo político, quanto como parte especifica da cidade. O povo genérico, que diz respeito à universalidade de uma cidade, é tratado na maioria dos casos em acepção relativamente semelhante às menções que encontramos ao longo dos séculos tanto nas obras de filósofos e historiados da antiguidade greco-romana, como também em diversos textos da Idade Média e do Renascimento Italiano. Já o povo entendido como parte é o conceito que apresenta novidades cruciais para a teoria maquiaveliana em relação à história da filosofia política, dado que, em decorrência de seu desejo, encontramos nele não apenas uma maior aptidão para ser o guardião da liberdade de uma cidade, mas principalmente uma capacidade de extender para o universal os efeitos derivados de ações decorrentes de seu humor característico. Assim, quando opta por identificar uma parte popular da cidade diante da universalidade de um povo, o que faz Maquiavel é nos descortinar o desejo de não ser dominado nem oprimido como o coração da vida política nas cidades, sendo, por conseguinte, o povo parte elemento fundamental das relações políticas que se proliferam dentre o povo em geral, tanto no que se refere à agregação quanto à desagregação de um corpo político.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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