Ciência, fenomenologia e hermenêutica: diálogos da geografia para os saberes emancipatórios

dc.creatorMaria Luiza Grossi Araujo
dc.date.accessioned2019-08-14T06:38:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:41Z
dc.date.available2019-08-14T06:38:35Z
dc.date.issued2007-12-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7BYHXT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFenomenologia
dc.subjectHermenêutica
dc.subjectGeografia humana
dc.subject.otherciência moderna
dc.subject.otherconhecimento dialógico-polifônico emancipatório
dc.subject.otherhermenêutica
dc.subject.otherfenomenologia
dc.subject.othergeografia humanística
dc.subject.otherciência pós-metafísica
dc.titleCiência, fenomenologia e hermenêutica: diálogos da geografia para os saberes emancipatórios
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Cassio Eduardo Viana Hissa
local.contributor.referee1Heloisa Soares de Moura Costa
local.contributor.referee1Jose Geraldo Pedrosa
local.contributor.referee1Vera Lúcia dos Santos
local.contributor.referee1Salete Kozel Teixeira
local.description.resumoO tema deste estudo é o diálogo da geografia com a ciência, a fenomenologia e a hermenêutica. O que se discute é principalmente de natureza teórico-filosófica. São objetivos do estudo: apresentar uma reflexão sobre a constituição e concepção da ciência de característica moderna e sua relação com a fenomenologia husserliana, para uma crítica junto às ciências socioespaciais e ambientais; refletira sobre a constituição de uma ciência pós-metafísica referenciada pela hermenêutica e sua inter-relação teórico-filosófica e prática com as ciências socioespaciais e ambientais, particularmente com a geografia humanística. A metodologia utilizada pretende, pela leitura e conversação com autores que se vinculam à discussão mais recente da epistemologia da ciência, entre outros, as articulações e exposições dos argumetnos da tese. A originalidade do texto se constrói na exposição, na argumentação e na reflexão teórica-filosófica que se pretende ente ciência moderna, fenomenologia e ciência pós-metafísica hermenêuticfa e suas inter-relações, para a constituição de um conhecimento socioespacial e ambiental emancipatório, Quatro eixos relacionais se fazem presentes no estudo: o primeiro aponta para uma compreensão da constituição e da concepção teórico-filosófica da ciência moderna e seus desdobramentos. Argumenta-se sobre uma provável fragilização da humanidade pelo fundamento que expõe a ciência moderna. O segundo eixo discute a concepção pós-metafísica de ciência: evidencia a necessária inter-relação entre os saberes instituídos e os do senso comum para a constituição de um outro saber científico, que se faz na mediação social dos saberes hermenêuticos dialógico-polifônicos. O terceiro eixo é uma exposição da fenomenologia husserliana e sua reflexão-crítica. Discute-se, através de algums categorias fundamentais da fenomenologia, suas possibilidades, abrangências e limitações, a saber: a essência, a suspensão, a descrição e o mundo vivido. O quarto eixo expõe uma crítica à geografia humanística de base fenomenológica, através da inter-relação que se estabelece com a ciência moderna e seu fundamento. Num segundo momento, argumenta-se sobre a necessária renovação dessa geografia, a partir de sua relação com outro sistema filosófico o hermenêutico, para se constituir um fulcro e uma abertura na direção de uma ciência dialógica-polifônica emancipatória, daí por diante denominada geografia. Nele também se procura referenciar a práxis de um estudo geográfico hermenêutico em processo de fazimento, junto à comunidade rural da Chacrinha dos Pretos, município de Belo Vale (MG). O resultado que se busca nesta tese é, principalmente, argumentar sobre o alcance teórico-filosófico de uma ciência reencantada pelos saberes emancipatórios hermenêuticos. A defesa do argumento pretende demonstrar que a fenomenologia, particularmente a originária do pensamento husserliano, para além de suas contribuições, apresenta limitações que a vinculam, implicitamente e/ou explicitamente, à concepção moderna de ciência; em seguida, quer-se argumentar que no fulcro da hermenêutica encontram-se possíveis aberturas que se colocam como necessária à apreensão dos saberes dialógico-polifônicos na constituição de uma ciência pós-metafísica, especialmente para se pensar uma geografia humanística renovada e renovadora
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
introdu__o_e_demais_cap_tulos_tese_revisada_e_paginada.pdf
Tamanho:
2.42 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format