O papel da escola na formação étnico-raciais dos jovens do ensino fundamental

dc.creatorAparecida de Jesus Galdino
dc.date.accessioned2019-08-14T16:48:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:56:56Z
dc.date.available2019-08-14T16:48:43Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADQQKW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação Relações etnicas
dc.subjectProfessores de ensino fundamental Formação 
dc.subjectMulticulturalismo Estudo e ensino (Ensino fundamental)
dc.subjectEducação intercultural
dc.subject.otherJovens
dc.subject.otherEducação Ações afirmativas
dc.subject.otherIdentidade racial
dc.titleO papel da escola na formação étnico-raciais dos jovens do ensino fundamental
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.referee1Fernanda Silva de Oliveira
local.description.resumoO presente trabalho foi realizado na Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa (GETECO), na cidade de Belo Horizonte em Minas Gerais. Cada vez mais, constata-se que o ambiente escolar reproduz práticas racistas e pouco contribui para a construção da identidade racial dos adolescentes do 3º ciclo. A escola, de maneira geral, quase não interfere de forma efetiva para mudar essa realidade, principalmente devido à falta de conhecimento e interesse com relação à Lei nº 10.639 (BRASIL, 2003). Buscou-se, através do desenvolvimento de uma intervenção na referida escola, contribuir para a formação da identidade racial dos jovens do 3º ciclo, através de ações afirmativas, que podem promover uma melhor integração e participação desses jovens nas discussões para a educação das relações étnico-raciais. A partir de estudos dos autores Gomes (2010), Dayrell (2007), Munanga (2005), Santos (1994), entre outros, as ações foram desenvolvidas, nos meses de setembro a novembro de 2014, por meio de exibição de filmes, construção de textos, painéis interativos e debates. O trabalho realizado foi positivo, pois reforçou o papel da escola na formação étnico-racial dos estudantes. Percebeu-se como é necessário a mobilização de toda a comunidade escolar para se trabalhar as relações étnico-raciais no ambiente escolar. Para isso, é preciso que a escola passe a ser vista como um local de oportunidades que possam romper com estigmas, estereótipos e preconceitos, que busque retratar o negro como cidadão portador de direitos e deveres e desperte os alunos para a importância de resgatar suas origens, mostrando-lhes que as diferenças existem e devem ser respeitadas e valorizadas.
local.publisher.initialsUFMG

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