O grafo do ato analítico

dc.creatorMônica Assunção Costa Lima
dc.date.accessioned2022-03-10T19:06:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:11:41Z
dc.date.available2022-03-10T19:06:23Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S1516-14982017001003
dc.identifier.issn15161498
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39951
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofÁgora
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicanálise
dc.subjectGrafo do ato analítico
dc.subjectCogito cartesiano
dc.subjectPercurso da análise
dc.titleO grafo do ato analítico
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage67
local.citation.issue1
local.citation.spage53
local.citation.volume20
local.description.resumoAnalisa-se o grafo do ato analítico apresentado por Lacan no Seminário XV, a partir do grupo matemático de Klein e da interpretação particular de Lacan da filosofia cartesiana. Apresenta-se inicialmente a leitura lacaniana do cogito cartesiano no Seminário XI, para pontuar as alterações encontradas em sua releitura efetuada em 1967. Apresenta-se o esquema de Klein, proposto pelo matemático Barbut, no qual se inspirou Lacan, e discute-se em seguida as operações nele designadas como: operação alienação, operação verdade e operação transferência. Demonstra-se como Lacan se apropriou deste esquema, relacionando-o ao percurso da análise e articulando-o sempre aos termos cartesianos encontrados no comentário sobre o cogito: ser e pensamento
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENGENHARIA - ESCOLA DE ENGENHARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/agora/a/YNTgMjmzP4gFMZ5BCtG5Rmb/?lang=pt

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