Corpos políticos em insurgências urbanas: a cidade e as muitas de Belo Horizonte - MG

dc.creatorPaulo Felipe Lopes de Carvalho
dc.date.accessioned2025-05-09T14:54:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:59:36Z
dc.date.available2025-05-09T14:54:40Z
dc.date.issued2020-02-10
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82183
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação - Relações raciais
dc.subjectEducação - Relações étnicas
dc.subjectPessoas LGBTQ+ - Participação política
dc.subjectNegros - Participação política
dc.subjectMovimentos sociais - Aspectos educacionais
dc.subjectMovimentos sociais urbanos - Belo Horizonte (MG)
dc.subject.otherCidade
dc.subject.otherCorpos Políticos
dc.subject.otherMovimentos Sociais
dc.subject.otherPolítica Municipal
dc.subject.otherQuestões Urbanas
dc.titleCorpos políticos em insurgências urbanas: a cidade e as muitas de Belo Horizonte - MG
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Lúcia Helena Alvarez Leite
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6889482201246233
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5072581965387501
local.description.resumoEsta tese analisa ações políticas e de luta em trajetórias urbanas de sujeitos historicamente subalternizados nos processos que tecem as relações sociais da cidade: são moradores das periferias, mulheres, negras e negros, pessoas LGBTIQ+. Sujeitos produzidos como inexistentes pelo padrão de poder/saber/ser que predomina na sociedade moderna e que são causados por processos de colonialidade, conforme Quijano (1985). Para tanto, dialogamos com um grupo político de Belo Horizonte chamado "Muitas", coletivo que insurge na cena urbana da metrópole em 2015 a partir do encontro de representantes de diversos grupos culturais, movimentos sociais, ativistas, artistas, líderes comunitários e educadores de Belo Horizonte. Em 2016, a partir de uma candidatura coletiva o grupo elege duas vereadoras para a Câmara Municipal e inaugura um mandato aberto e popular – a chamada Gabinetona. Objetivando construir uma etnografia urbana ativista e militante, acompanhamos as Muitas desde seus primeiros encontros em espaços públicos da cidade, passando pela campanha eleitoral das candidatas em 2016 e perseguindo algumas ações do grupo pós eleições. Além disso, imergirmos nas trajetórias urbanas de três sujeitos que compõem o grupo, são eles: Cristal, Dú Pente e Ed Marte no intuito de perceber relações entre as trajetórias de vida de ativistas e as lutas insurgentes na cidade. A pesquisa nos permite pensar que as Muitas se configuram hoje como um movimento político inovador, representando uma forma coletiva, em rede, de marcar a representatividade das minorias nos espaços de poder, pensando as ações políticas na cidade a partir desses sujeitos, de suas demandas, necessidades e formas de viver a cidadania, mesmo diante de alguns desafios que conseguimos mapear. Identificamos ainda que as fissuras causadas pelas Muitas na estrutura segregada da cidade perpassam diferentes escalas e têm a arte com uma base forte de apoio. Ademais, são atravessadas principalmente pelas dimensões de classe, raça e gênero.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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