Características clínicas e epidemiológicas de crianças e adolescentes com traumatismo cranioencefálico leve e análise de fatores associados à fratura de crânio e lesão intracraniana
| dc.creator | Kenia de Castro Macedo | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T13:17:00Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:29:49Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T13:17:00Z | |
| dc.date.issued | 2006-06-28 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECJS-72ER4U | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Técnicas de diagnóstico e procedimentos/tendências | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/complicações | |
| dc.subject | Escala de coma de Glasgow | |
| dc.subject | Amnésia | |
| dc.subject | Estudos prospectivos | |
| dc.subject | Adolescente | |
| dc.subject | Radiografia/tendências | |
| dc.subject | Inconsciência | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/radiografia | |
| dc.subject | Tomografia | |
| dc.subject | Vômito | |
| dc.subject | Morbidade | |
| dc.subject | Síncope | |
| dc.subject | Hemorragia cerebral trumática/complicações | |
| dc.subject | Hemorragia intracraniana traumática/complicações | |
| dc.subject | Recém-nascido | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/diagnóstico | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/epidemiologia | |
| dc.subject | Fraturas cranianas/complicações | |
| dc.subject | Fatores de risco | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/classificação | |
| dc.subject | Trauma craniocerebral/mortalidade | |
| dc.subject | Radiografia/utilização | |
| dc.subject | Análise multivariada | |
| dc.subject | Lactente | |
| dc.subject | Hematoma | |
| dc.subject | Pré-escolar | |
| dc.subject | Radiografia/economia | |
| dc.subject | Evolução clínica | |
| dc.subject | Criança | |
| dc.subject | Pediatria | |
| dc.subject.other | 3Trauma craniocerebral/complicações | |
| dc.subject.other | 6Evolução clínica | |
| dc.subject.other | 1Trauma craniocerebral/classificação | |
| dc.subject.other | 9Criança ITítulo | |
| dc.subject.other | 4Fraturas cranianas/complicações | |
| dc.subject.other | 8Fatores de risco | |
| dc.subject.other | 2Trauma craniocerebral/epidemiologia | |
| dc.subject.other | 5Hemorragia intracraniana traumática/complicações | |
| dc.subject.other | 7Radiografia/tendências | |
| dc.title | Características clínicas e epidemiológicas de crianças e adolescentes com traumatismo cranioencefálico leve e análise de fatores associados à fratura de crânio e lesão intracraniana | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Eugenio Marcos de Andrade Goulart | |
| local.contributor.referee1 | Arnaldo Prata Barbosa | |
| local.contributor.referee1 | Alexandre Rodrigues Ferreira | |
| local.description.resumo | Neste estudo objetivou-se descrever o perfil epidemiológico de crianças e adolescentes vítimas de traumatismo cranioencefálico (TCE) leve, caracterizando-as quanto aos mecanismos de trauma, presença de sinais e sintomas, ocorrência de fratura de crânio e lesão intracraniana (LIC) e evolução clínica durante a permanência hospitalar e na primeira semana após o trauma; identificar fatores associados à LIC e à fratura de crânio e avaliar a validade da radiografia de crânio como teste diagnóstico de LIC, tendo a tomografia computadorizada de crânio como padrão ouro. Trata-se de pesquisa do tipo coorte, prospectiva e observacional, realizada com 932 pacientes de zero a 12 anos e onze meses de idade, vítimas de TCE há menos de 24 horas e admitidas no Hospital de Pronto Socorro João XXIII de Belo Horizonte com pontuação na Escala de Coma de Glasgow (ECG) igual a 14 ou 15. Os dados foram coletados no período de março de 2004 a março de 2005, por meio de entrevistas realizadas durante o atendimento hospitalar e após a alta, e registrados em questionários padronizados. O TCE leve ocorreu principalmente devido a quedas, mais freqüentemente em lactentes e pré-escolares do sexo masculino. Os sintomas mais relatados foram sonolência (64,7%), hematoma de escalpo (63,7%), cefaléia (53,3% daqueles com três anos de idade ou mais), irritabilidade (38,2%) e vômito (32,2%). Realizou-se examesde imagem em 93,3% dos pacientes, sendo 69,5% submetidos apenas à radiografia de crânio, 9,3% apenas à tomografia computadorizada de crânio e 14,5% a ambos. Um número significativo de pacientes evoluiu com fratura de crânio (7,6%) e/ou LIC (3%). Foram internados 6,9% dos pacientes, com tempo médio de permanência hospitalar de 56horas, entretanto apenas quatro pacientes necessitaram neurocirurgia e não ocorreram óbitos. Na primeira semana após o trauma, os principais sintomas relatados foram cefaléia (24,1%), irritabilidade (15,6%) e sonolência (10,9%). Em um paciente foi diagnosticado hematoma extradural após a alta hospitalar, com resolução espontânea. Após regressão logística, os fatores associados à ocorrência de LIC foram fratura de crânio, pontuação na ECG igual a 14, presença de lesão em outros segmentos corporais e confusão mental momentânea. Quando o fator fratura de crânio foi excluído da análise multivariada, hematoma de escalpo e sinais de fratura de base de crânio também apresentaram associação com LIC. Na presença de algum destes sintomas, sugere-se a realização de tomografia computadorizada de crânio. Os fatores associados à ocorrência de fratura de crânio foram idade inferior a um ano, hematoma de escalpo, sinais de fratura de base de crânio,pontuação na ECG igual a 14 e vômito. A fratura à radiografia de crânio apresentou sensibilidade de 60% e valor preditivo negativo de 90% para o diagnóstico de LIC, índices inadequados para que este exame seja utilizado como teste de triagem. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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