Brincando de roda com bebês em uma instituição de Educação Infantil

dc.creatorElenice de Brito Teixeira Silva
dc.creatorVanessa Ferraz Almeida Neves
dc.date.accessioned2023-10-04T19:17:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:01Z
dc.date.available2023-10-04T19:17:52Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis article discusses the trajectory of singing games in a group of infants in an Early Childhood Education Center in the city of Belo Horizonte, Brazil, between February of 2017 and July of 2018. Based on the principles of Ethnography in Education and Cultural-historical Psychology, we have been following this group since 2017 when they were 7 to 10 months old. We analyze the singing games in their double temporality, both its tradition as a game and its dimension of (re)appropriation by the investigated group. The activity of playing understood as a lived experience of the child in his/her social group integrates emotion, cognition, language, body, and culture. Our analyses focus on the trajectory of this play in the group and point to it as a social bond in which children and adults expand the possibilities of this activity and, therefore, the cultural development of the participants.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0104-4060.64890
dc.identifier.issn1984-0411
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59138
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEducar em Revista
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCrianças
dc.subjectBrincadeiras
dc.subjectPsicologia - história
dc.subject.otherBebês
dc.subject.otherBrincadeira de roda
dc.subject.otherPsicologia histórico-cultural
dc.titleBrincando de roda com bebês em uma instituição de Educação Infantil
dc.title.alternativeSinging games with infants in an Early Childhood Education Center
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage258
local.citation.issue76
local.citation.spage239
local.citation.volume35
local.description.resumoO presente artigo discute a trajetória da brincadeira de roda em um grupo de bebês em uma Escola Municipal de Educação Infantil em Belo Horizonte, entre fevereiro de 2017 e julho de 2018. Com base nos princípios da Etnografia em Educação e da Psicologia Histórico-cultural, temos acompanhado esse grupo desde seu ingresso na instituição em 2017, quando os bebês tinham entre 7 e 10 meses de idade. Tomamos as brincadeiras de roda em sua dupla temporalidade, tanto como brincadeira tradicional quanto em sua dimensão de (re)apropriação pelo grupo investigado. A atividade de brincar, entendida como uma vivência da criança em seu grupo social, integra emoção, cognição, linguagem, corpo, cultura. Nossas análises focalizam a trajetória da brincadeira no grupo e apontam para ela como enlaçamento do outro, em que crianças e adultos ampliam as possibilidades dessa atividade e, consequentemente, de desenvolvimento cultural dos participantes.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8145-6664
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-4094-3639
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/er/a/GSjfjw9F4YgJJdpXLS8GMCq/?lang=pt#

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