Variantes da neurose tipo ou a defesa na atualidade da clínica psicanalítica

dc.creatorPaula Duarte Felix Marinho
dc.date.accessioned2025-07-28T13:44:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:59Z
dc.date.available2025-07-28T13:44:06Z
dc.date.issued2019-08-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83875
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia - Teses
dc.subjectCaráter - Teses
dc.subjectPsicologia clínica - Teses
dc.subject.otherVariantes da neurose
dc.subject.otherCaráter
dc.subject.otherDefesa
dc.subject.otherPerturbação
dc.subject.otherDesmontagem da defesa
dc.titleVariantes da neurose tipo ou a defesa na atualidade da clínica psicanalítica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marcia Maria Rosa Vieira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7438790498833478
local.contributor.referee1Angélica Bastos de Freitas Rachid Grimberg
local.contributor.referee1Rita Maria Manso de Barros
local.contributor.referee1Carla Almeida Capanema
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5795245499199675 ID Lattes: 5795245499199675
local.description.resumoA construção dessa tese teve início a partir do acompanhamento de casos clínicos que suscitaram muitas questões, teóricas e clínicas relativas à localização da problemática psíquica em questão e condução do tratamento analítico. Os fenômenos sintomáticos localizados nesses casos, apontam para a existência de uma defesa primária que não resultou em um sintoma propriamente dito, portanto, não estaríamos diante da ação do recalque. Para nos auxiliar a compreender esses fenômenos cada vez mais atuais em nossa prática clínica, resgatarmos a noção de caráter na história da psicanálise. O caráter é um instrumento teórico fundamental para a investigação empreendida, já que este é caracterizado como uma formação mais arcaica que o sintoma, portanto, anterior ao estágio de sua constituição, onde a pulsão se satisfaz na ação. Como a direção da pesquisa nos levou a explorar o que seriam as variantes da neurose tipo, retomamos o conceito de defesa na obra freudiana e sua implicação na constituição das neuroses, o que nos forneceu vários elementos que parecem corroborar a existência de quadros neuróticos, sem um sintoma como resultado da defesa. No final de seu ensino, Lacan redefiniu o inconsciente como um falar só e sempre a mesma coisa. O próprio inconsciente é uma defesa contra o real, seja ele estruturado como uma linguagem ou um falar autístico. Constatamos que a defesa ressurge assim como ponto incontornável na experiência analítica. A perturbação e desmontagem da defesa como estratégias em um tratamento analítico, propiciariam ao sujeito a saída desse autismo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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