Idílio e opressão na relação educação e natureza: eurocentrismo, desigualdade escolar e racismo

dc.creatorCynthia Greive Veiga
dc.date.accessioned2025-01-27T19:44:20Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:37Z
dc.date.available2025-01-27T19:44:20Z
dc.date.issued2023-10-23
dc.description.abstractThe text discusses the presence of idyll and oppression dimensions in debates about the relationship between education and nature. It seeks its origins in the European experience of colonization of America and problematizes its permanence. It highlights the appropriation of this contradiction by Pedagogy, in a long historical period, whether in the idyllic perspective developed by Rousseau, with developments in the following centuries, including the new school; whether in the oppressive perspective, with the prescription of work in the field for the education of ‘underprivileged children’. Specifically, it demonstrates the permanence of these Eurocentric approaches in the Brazilian educational debate at the beginning of the 20th century and discusses the consequences for inequality in school provision and racism.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e292
dc.identifier.issn2238-0094
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79503
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de História da Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectColonialidade
dc.subjectModernidade
dc.subjectOpressão
dc.subjectEducação -- Relações raciais
dc.subjectEducação -- Aspectos sociais
dc.subject.otherModernidade
dc.subject.otherColonialidade
dc.subject.otherCivilização
dc.subject.otherBarbárie
dc.titleIdílio e opressão na relação educação e natureza: eurocentrismo, desigualdade escolar e racismo
dc.title.alternativeIdyll and oppression in the relationship between education and nature: Eurocentrism, school inequality and racism
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage24
local.citation.spage1
local.citation.volume23
local.description.resumoO texto discute a presença das dimensões do idílio e da opressão nos debates sobre a relação educação e natureza. Busca suas origens na experiência europeia de colonização da América e problematiza sua permanência. Destaca a apropriação dessa contradição pela Pedagogia, numa longa duração histórica, seja na perspectiva idílica desenvolvida por Rousseau, com desdobramentos nos séculos seguintes, incluindo a escola nova; seja na perspectiva opressora, com a prescrição de trabalho no campo para educação de ‘crianças desvalidas’. Especificamente demonstra a permanência dessas abordagens, de cunho eurocêntrico, no debate educacional brasileiro em início do século XX e problematiza as consequências para a desigualdade na oferta escolar e o racismo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7275-9209
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/rbhe/article/view/63803

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