Hipercentro de Belo Horizonte: movimentos e transformações espaciais recentes

dc.creatorNice Marcal Vilela
dc.date.accessioned2019-08-13T15:42:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:46Z
dc.date.available2019-08-13T15:42:01Z
dc.date.issued2006-09-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-6XRKL9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano Belo Horizonte (MG)
dc.subjectBelo Horizonte (MG)
dc.subject.otherGeografia
dc.titleHipercentro de Belo Horizonte: movimentos e transformações espaciais recentes
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sergio Manuel Merencio Martins
local.contributor.referee1Geraldo Magela Costa
local.contributor.referee1Claudinei Lourenco
local.description.resumoEste trabalho aborda as transformações espaciais que se explicitaram a partir da década de 90 na área considerada como o centro de Belo Horizonte: o Hipercentro. Assim, embora considere-se a configuração mais nítida da estruturação da metrópole, verificada a partir dos anos 60 e 70, o estudo analisa a (re)atualização da metrópole, verificada nos dias atuais, tomando como referencial o uso residencial e seu comportamento frente aos projetos de intervenção urbana, associados aos movimentos de renovação que têm resultado na capitalização das propriedades em outros patamares. Em outros termos, este estudo analisa a dinâmica mais recente do processo que tem acarretado tais transformações no espaço urbano, sobretudo a dialética do centro e da centralidade, através de uma incursão nos projetos e intervenções realizadas na área do Hipercentro, desde a década de 80, até as intervenções mais recentes, em curso, como o Programa Centro Vivo. Após a análise e comparação dos dados levantados, pode-se considerar que o processo conhecido como a decadência do centro está diretamente relacionado com a desvalorização das propriedades, onde o Programa Centro Vivo apresenta novas possibilidade de atuação dos capitais, principalmente do setor imobiliário, em patamares mais elevados, ou, numa visão mais global, que tudo isso faz parte de um processo mais amplo no qual o centro está inserido: o de (re)atualização da metrópole.
local.publisher.initialsUFMG

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