(De)Constructing Images of Africa in Langston Hughes’s The Big Sea and Alice Walker’s The Color Purple: A Postmodern Approach on the African-American Collective Identity
Carregando...
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
(Des)Construindo Imagens da África em The Big Sea, de Langston Hughes e A Cor Púrpura, de Alice Walker: uma Abordagem Pós-Moderna à Identidade Coletiva Afro-Americana
Primeiro orientador
Membros da banca
Marcel de Lima Santos
Natália Fontes de Oliveira
Natália Fontes de Oliveira
Resumo
This work analyzes how the representations of Africa in Langston Hughes’s The Big Sea (1940) and Alice Walker’s The Color Purple (1982) enrich discussions around issues of African-American identity formation. By depicting an Africa that did not meet the ideal homeland for black Americans, these books questioned the 20th-century rhetoric that favored Africa as the place where black Americans would be represented and could fully perform their identities. Theory from Cultural Studies will serve as the basis for the analysis of the cultural practices that operate through these Black subjects in Africa and in America. To analyze the complex elements that make up African-American subjectivity, I rely mostly on Ron Eyerman’s approach to Collective Memory and Stuart Hall's notion of identities as a “floating signifier.” In short, this dissertation argues that the unconventional portrayal of Africa in the aforementioned literary works problematizes the discussions about African-American subjectivity. By going against the narratives of “return,” both authors call attention to the American element that cannot be neglected in the issues regarding the two-ness of being African and American at once.
Abstract
Este trabalho analisa como as representações da África em The Big Sea de Langston Hughes (1940) e The Color Purple (1982) de Alice Walker enriquecem as discussões sobre a formação da identidade afro-americana. Ao retratar uma África que não atendia
à pátria ideal para os negros americanos, esses livros questionavam a retórica do século XX que favorecia a África como o lugar onde os negros americanos seriam representados e poderiam exercer plenamente suas identidades. A Teoria dos Estudos Culturais serve de base para a análise das práticas culturais que operam por meio desses sujeitos negros na África e na América. Para analisar os
elementos complexos que compõem a subjetividade afro-americana, é usada principalmente a abordagem de Ron Eyerman à memória coletiva e a noção de Stuart Hall de identidades como um "significante flutuante". Em suma, esta dissertação defende que o retrato não convencional da África nas obras literárias citadas problematiza as discussões sobre a subjetividade afroamericana. Contrariando as narrativas do “retorno”, os dois autores chamam a atenção para o elemento americano que não pode ser negligenciado nas questões da dualidade de ser africano e americano ao mesmo tempo.
Assunto
Hughes, Langston, 1902-1967 – Big Sea – Crítica e interpretação, Walker, Alice, 1944- – Color Purple – Crítica e interpretação, Ficção americana – História e crítica, África na literatura, Negros na literatura, Subjetividade na literatura
Palavras-chave
Langston Hughes, Alice Walker, postmodernism, sociocultural theory, identity, subjectivity
Citação
Departamento
Endereço externo
Avaliação
Revisão
Suplementado Por
Referenciado Por
Licença Creative Commons
Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Acesso Aberto
