A interconsulta psicológica no hospital geral: uma demanda institucional

dc.creatorSimone Martins Maia
dc.date.accessioned2019-08-11T17:27:18Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:28Z
dc.date.available2019-08-11T17:27:18Z
dc.date.issued2006-05-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-6WWFVT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia clinica
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherPsicologia hospitalar
dc.subject.otherHospital geral
dc.subject.otherInterconsulta
dc.titleA interconsulta psicológica no hospital geral: uma demanda institucional
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Cornelis Johannes Van Stralen
local.contributor.referee1Izabel Christina Friche Passos
local.contributor.referee1Bellkiss Wilma Romano
local.description.resumoO presente trabalho analisou a atuação do psicólogo (Psicologia Hospitalar) em um estabelecimento hospitalar da rede de saúde pública (Hospital Geral), por meio da atividade de interconsulta médico-psicológica. Para a análise dessa atuação, tomou-se como base o processo de institucionalização da biomedicina, onde se observou o movimento feito pela ciência médica de inclusão de outros saberes à sua prática, marco da inserção do psicólogo no campo da saúde. Tendo como referencial o quadro teórico do movimento institucionalista, interessou particularmente a análise da demanda feita pelo médico ao psicólogo, nesse contexto. Para proceder a essa investigação, utilizou-se a consulta aos pedidos de interconsulta médico-psicólogica realizados em um período determinado e entrevistas com médicos e psicólogos do estabelecimento hospitalar. O material obtido desses instrumentos mostrou a configuração do que se chama de demanda institucional. Tal demanda seria a expressão da força reprodutora do instituído, que trabalha no sentido de captar a prática do psicólogo a uma lógica institucional de caráter inerentemente normatizador e disciplinador. Concluiu-se que o campo da saúde vive um momento de transição de paradigmas onde se trava o jogo de forças entre instituído e instituinte e que o psicólogo poderá ser tanto um agente de transformação quanto de reprodução, sendo a definição do seu papel estritamente relacionada à forma como ele responderá à demanda que lhe é encaminhada nesse cenário.
local.publisher.initialsUFMG

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