Avaliação do uso de insulina galrgina em um grupo de crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo 1
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Vera Maria Alves Dias
Sarah Baccarini Cunha
Sarah Baccarini Cunha
Resumo
Objetivo: Avaliar mudanças no controle metabólico relacionadas à substituição da insulina NPH pelo análogo de insulina glargina em população pediátrica com diabetes mellitus tipo 1. Metodologia: Foram estudados 32 pacientes, dos quais 19 usavam insulina ultrarrápida e NPH e 13 usavam insulinas ultrarrápida e glargina. A ocorrência de hipoglicemias, sua gravidade e o valor de HbA1C foram avaliados nos tempos: 12 meses antes, 6 e 12 meses após introdução da insulina glargina. Estes dados foram comparados aos do grupo NPH (N) na última consulta no serviço. Avaliou-se também a necessidade da redução da dose de insulina basal com a introdução da insulina glargina. Resultados: A idade dos pacientes na última consulta era 15,08 (7,79 a 17,16) anos no grupo glargina e 11,19 (3,55 a 19,88) anos no grupo NPH. A média de HbA1C 12 meses antes da introdução da glargina foi 8,8% (±1,9), após 6 meses 8,8% (+/-1,3), após 12 meses 8,0% (±1,2), sem associação estatística. Na última consulta foi 9,5% (±1,9) e nos que usavam NPH 9,6% (±2,5). Houve relato de 6 hipoglicemias leves 12 meses antes do inicio da glargina e 3 nos 3 meses que antecederam a última consulta; nesse período foram relatadas 9 episódios no grupo N. Não houve necessidade de redução da dose de insulina basal com a introdução da glargina. Conclusão: A análise deste grupo de diabéticos mostrou tendência à redução de hipoglicemias no grupo glargina. No entanto, não houve melhora da HbA1C ou necessidade de redução da NPH ao se introduzir este análogo.
Abstract
Assunto
Sistema endócrino
Palavras-chave
Endocrinologia Pediátrica