Scorpion envenomation in Brazil: current scenario and perspectives for containing an increasing health problem

dc.creatorClara Guerra-Duarte
dc.creatorRafael Saavedra-Langer
dc.creatorAlessandra Matavel
dc.creatorBárbara Bruna Ribeiro de Oliveira-Mendes
dc.creatorCarlos Delfin Chávez Olórtegui
dc.creatorAna Luiza Bittencourt Paiva
dc.date.accessioned2026-03-04T22:40:14Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractOpportunistic scorpion species can colonize urban environments, establishing high-density communities that enhance the chances of human accidents. This scenario has been taking place in Brazil, in which some Tityus species have taken city centers, causing an explosion in the number of scorpion envenoming cases. The characteristics of this scorpionism epidemic in Brazil is discussed in the present work. The number of Brazilian scorpion stings has surpassed 120,000 cases in 2017, and has been maintained above this number ever since, representing a more than 3-fold increase in 10 years, which was higher than the number of cases for most of the neglected tropical diseases in the country. The escalation in scorpionism cases is even higher in some regions of Brazil. Fortunately, the proportion of mild cases has also increased in the analyzed period, as well as the number of victims seeking for medical attention within the first hour after the accident. The species Tityus serrulatus, Tityus stigmurus, Tityus bahiensis, and Tityus obscurus are traditionally accountable for most of the scorpion accidents in different regions of Brazil, but other species deserve to be closely watched. Despite scorpionism being a notable health problem in Brazil, accident prevention and pest control regarding this venomous animal have not been properly addressed by the scientific community nor by policy makers. Therefore, this review also aims to point possible fields of research that could help to contain the aggravation of the current scorpionism landscape in Brazil.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1371/journal.pntd.0011069
dc.identifier.issn1935-2735
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1960
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPLOS Neglected Tropical Diseases
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectPicadas de Escorpião
dc.subjectEscorpiões
dc.subjectSaúde Pública
dc.subjectPolítica de Saúde
dc.subject.otherScorpions
dc.subject.otherBrazil
dc.subject.otherPest control
dc.subject.otherEpidemiology
dc.subject.otherVenoms
dc.subject.otherPesticides
dc.subject.otherUrban areas
dc.subject.otherUrban environments
dc.titleScorpion envenomation in Brazil: current scenario and perspectives for containing an increasing health problem
dc.title.alternativeEnvenenamento por escorpião no Brasil: cenário atual e perspectivas para conter um problema de saúde crescente
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage29
local.citation.issue2
local.citation.spage1
local.citation.volume17
local.description.resumoEspécies oportunistas de escorpiões podem colonizar ambientes urbanos, estabelecendo comunidades de alta densidade que aumentam as chances de acidentes em humanos. Esse cenário vem ocorrendo no Brasil, onde algumas espécies de Tityus têm se proliferado em centros urbanos, causando uma explosão no número de casos de envenenamento por escorpião. As características dessa epidemia de escorpionismo no Brasil são discutidas neste trabalho. O número de picadas de escorpião no Brasil ultrapassou 120.000 casos em 2017 e se mantém acima desse número desde então, representando um aumento de mais de três vezes em 10 anos, superior ao número de casos da maioria das doenças tropicais negligenciadas no país. A escalada nos casos de escorpionismo é ainda maior em algumas regiões do Brasil. Felizmente, a proporção de casos leves também aumentou no período analisado, assim como o número de vítimas que buscam atendimento médico na primeira hora após o acidente. As espécies Tityus serrulatus , Tityus stigmurus , Tityus bahiensis e Tityus obscurus são tradicionalmente responsáveis ​​pela maioria dos acidentes com escorpiões em diferentes regiões do Brasil, mas outras espécies merecem atenção especial. Apesar do escorpionismo ser um problema de saúde pública significativo no Brasil, a prevenção de acidentes e o controle populacional desses animais peçonhentos não têm recebido a devida atenção da comunidade científica nem dos formuladores de políticas públicas. Portanto, esta revisão também visa apontar possíveis linhas de pesquisa que possam contribuir para conter o agravamento do cenário atual do escorpionismo no Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICA
local.url.externahttps://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0011069

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