Periferias da internacionalização na pesquisa sócio-espacial

dc.creatorSilke Kapp
dc.date.accessioned2025-08-14T16:34:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:51Z
dc.date.available2025-08-14T16:34:48Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractInternationalization has been a central criterion for legitimating and funding research in all areas of knowledge. However, for research in the (semi-) periphery, participation in international networks is often done under the premise of subordination to conceptual apparatuses and agendas driven by the center. After briefly discussing that structure of the international division of research labor, on which the type of knowledge produced and the corresponding possibilities of social use depend, this article points out its specific implications for socio-spatial research. Given that in this case the concrete territory not only defines institutional conditions, but constitutes the empirical field, the political arena and the place of actual or potential applications, internationalization produces or reinforces cognitive biases and operational distortions. This requires systematic criticism, not for a withdrawal from the international arena, but, quite the contrary, to pave the way for non-subordinated exchanges.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2358-6214
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84372
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura e Urbanismo
dc.subjectGlobalização
dc.subject.otherInternacionalização
dc.subject.otherPesquisa sócio-espacial
dc.subject.otherVieses cognitivo
dc.subject.otherInserção social
dc.titlePeriferias da internacionalização na pesquisa sócio-espacial
dc.title.alternativePeripheries of internationalization in socio-spatial research
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage364
local.citation.issue6
local.citation.spage351
local.description.resumoA internacionalização tem sido um critério central de legitimação e financiamento da pesquisa em todas as áreas do conhecimento. No entanto, para pesquisa na (semi) periferia, a participação em redes internacionais muitas vezes se faz com a premissa da subordinação a aparatos conceituais e agendas pautadas pelo centro. Depois de discutir brevemente essa estrutura da divisão internacional do trabalho de pesquisa, da qual dependem o tipo de conhecimento produzido e as respectivas possibilidades de uso social, o presente artigo aponta suas implicações específicas para as pesquisas sócio-espaciais. Dado que nesse caso o território concreto não define apenas condições institucionais, mas o campo empírico, a arena política e o lugar das aplicações reais ou potenciais, a internacionalização produz ou reforça certos vieses cognitivos e distorções operacionais. Isso exige crítica sistemática, não para uma retirada da arena internacional, mas, bem ao contrário, para abrir caminho a interlocuções não subordinadas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE PROJETOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.mom.arq.ufmg.br/mom/01_biblioteca/mesas/silke.html

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