"O meu é mais grande": rotinas lúdicas de comparação nas culturas da infância e apropriação de práticas de numeramento por crianças de 3 e 4 anos em uma escola municipal de educação infantil

dc.creatorRaquel Monteiro Pires de Lima
dc.date.accessioned2021-01-14T16:11:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:26Z
dc.date.available2021-01-14T16:11:54Z
dc.date.issued2020-02-13
dc.description.abstractIn this study, we analyze the ways in which a group of 3- and 4-years-old children, in a Belo Horizonte Municipal School of Early Childhood Education, appropriates numeracy practices. Such practices were caught in the interlocutions between children and theirs with the teacher. Our intention is show how children feature the process of appropriation of numeracy practices that were not intentionally provoked by the school didactic action, although they are practices forged by the school culture, conditioned by the space-time structure in which they are performed and by the materials available there, among others instruments and circumstances of the school context. The analysis was performed taking as reference the concept of numeracy practices, understood as sociocultural practices of production and use of knowledge that we identified associated with hegemonic mathematics and contributions from the Sociology of Childhood. Our analysis highlighted how numeracy practices integrate the grammar of childhood cultures and sought to understand how such practices are appropriated (made proper and used pragmatically) by children, seeking to identify their marks in the interlocutory games that are established in this group. We select numeracy events (which we identify as) in which children playing with construction toys, create and feature comparison games of different sizes. Children's performances in these games are understood as pragmatic, playful and interactive actions, and as such, they produce a system of meanings that, incorporating ideas, vocabulary, procedures, criteria, arguments and discourses of social practices (including numeracy practices) of the different groups in which children participate make up their peer culture.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34696
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectMatemática (Ensino fundamental) - Estudo e ensino
dc.subjectEducação de crianças
dc.subjectInfância
dc.subjectSociologia educacional
dc.subjectJogos em educação matemática
dc.subject.otherPráticas de Numeramento
dc.subject.otherEducação Infantil
dc.subject.otherSociologia da Infância
dc.title"O meu é mais grande": rotinas lúdicas de comparação nas culturas da infância e apropriação de práticas de numeramento por crianças de 3 e 4 anos em uma escola municipal de educação infantil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2605895454297792
local.contributor.referee1Iza Rodrigues da Luz
local.contributor.referee1Adair Mendes Nacarato
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5410049945944022
local.description.resumoNeste trabalho, analisamos os modos como um grupo de crianças de 3 e 4 anos, em uma Escola Municipal de Educação Infantil de Belo Horizonte, apropria-se de práticas de numeramento flagradas nas interlocuções entre elas e com a professora. Nossa intenção é mostrar as crianças protagonizando processos de apropriação de práticas de numeramento que não foram intencionalmente provocados pela ação didática escolar, embora sejam práticas forjadas pela cultura escolar, condicionadas pela estrutura do espaço-tempo em que são realizadas e pelos materiais ali disponibilizados, entre outros instrumentos e circunstâncias do contexto escolar. A análise foi realizada tomando como referência o conceito de práticas de numeramento, entendidas como práticas socioculturais de produção, uso de conhecimentos que nós identificamos associados à Matemática hegemônica e aportes da Sociologia da Infância. Nossa análise destacou o modo como práticas de numeramento integram a gramática das culturas da infância e buscou compreender como tais práticas são apropriadas (tornadas próprias e usadas pragmaticamente) pelas crianças, procurando identificar suas marcas nos jogos interlocutivos que se estabelecem nesse grupo. Selecionamos eventos (que identificamos como) de numeramento nos quais as crianças, brincando com brinquedos de construção, criam e protagonizam jogos de comparação de diferentes grandezas. As atuações das crianças nesses jogos são compreendidas como ações pragmáticas, de caráter lúdico e interativo, e, como tal, produtoras de um sistema de significações, que, incorporando ideias, vocabulário, procedimentos, critérios, argumentos e interdiscursos das práticas sociais (inclusive das práticas de numeramento) dos diferentes grupos de que as crianças participam, compõem sua cultura de pares.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9189-9263
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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