Comparação de técnicas de ensaio de absorção imunoenzimático (ELISA) para avaliação da reatividade de anticorpos anticocaína tipo IgG em camundongos.

dc.creatorRaíssa Lima Gonçalves Pereira
dc.date.accessioned2020-02-12T12:48:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:15:03Z
dc.date.available2020-02-12T12:48:49Z
dc.date.issued2019-07-24
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32461
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnsaio de Imunoadsorção Enzimática
dc.subjectAnticorpos
dc.subjectVacinas
dc.subjectTranstornos Relacionados ao Uso de Substâncias
dc.subject.otherELISA
dc.subject.otherAnticorpo anticocaína
dc.subject.otherVacina anticocaína
dc.subject.otherDependência química
dc.titleComparação de técnicas de ensaio de absorção imunoenzimático (ELISA) para avaliação da reatividade de anticorpos anticocaína tipo IgG em camundongos.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Sordaini Maria Caligiorne
local.contributor.advisor1Frederico Duarte Garcia
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2658762200370578
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4844975534047392
local.description.resumoAtualmente, o consumo de drogas ilícitas no Brasil tornou-se um problema de saúde pública. A imunofarmacoterapia é a estratégia mais promissora para o tratamento da dependência à cocaína e ao crack. O grupo de pesquisa NAVeS, em parceria com o Departamento de Química da UFMG, desenvolveu a molécula UFMG-VAC4N2, que se mostrou eficaz na produção de anticorpos anticocaína em camundongos. Esses anticorpos específicos reduzem a fração livre da droga na corrente sanguínea, moderando seus efeitos e reduzindo sua entrada na barreira hematoencefálica (BHE) e, consequentemente, no sistema nervoso central (SNC). Diante disto, é importante determinar-se a quantificação desses anticorpos específicos produzidos pela indução da vacina anticocaína. No presente estudo, utilizamos um Ensaio Imunoenzimático (ELISA), método analítico qualitativo/quantitativo que tem como princípio a reação de um antígeno-anticorpo (Ac-Ag) obtida por meio de um conjugado e substrato enzimático que permitem a mudança de coloração do meio e quantificação por espectrofotometria. Foram analisadas duas estratégias distintas de identificação e quantificação desses anticorpos tipo IgG em camundongos, as quais são: 1) uso do GNE, um hapteno de cocaína, conjugado à albumina sérica bovina (BSA) e fixado em base sólida e; 2) uso de cocaína livre em fase sólida. O método consistiu na imunização com a vacina de hapteno GNE conjugada à proteína KLH (Keyhole Limpet Hemocyanin), de atividade imunológica já estabelecida, em camundongos Balb/c machos e dosagem dos anticorpos anticocaína pelo método ELISA indireto e competitivo. Foram realizadas 3 imunizações nos tempos 0, 7 e 21 dias, sendo que cada animal recebeu, por imunização, 300 µL de emulsão contendo GNE-KLH disperso em adjuvante de Freund completo ou incompleto. Em cada imunização foi feita coleta de cerca de 400 µL de sangue dos animais pela via submandibular para separação do soro e realização dos ensaios imunológicos. Um pool de soros dos animais com densidade óptica maior a 0,7 foi produzido para os testes de linearidade e para identificar a técnica mais sensível de detecção dos anticorpos específicos para cocaína. No teste de linearidade para dosagem desses anticorpos foi encontrada uma resposta relativamente positiva nas duas técnicas, porém a resposta para GNE-BSA foi mais satisfatória. Conclui-se que, para dosagem de anticorpos anticocaína do tipo IgG em camundongos, as duas técnicas são confiáveis, contudo, os resultados para GNE-BSA permitem maior sensibilidade para detecção desses anticorpos. As perspectivas para esse trabalho são a padronização do método ELISA para a detecção de anticorpos anticocaína em humanos, visando o estudo clínico de fase 1 para a vacina UFMG-VAC4N2 e o estudo dos subtipos de anticorpos IgG produzidos pela vacina, relevante para a compreensão dos mecanismos pelos quais esses anticorpos podem reduzir o consumo de droga e para avaliar a seleção dos pacientes para receberem um futuro tratamento imunológico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Molecular

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