Avaliação da capacidade funcional na cardiopatia chagásica pelo incremental Shuttle Walk Test e sua relação com qualidade de vida

dc.creatorHenrique Silveira Costa
dc.date.accessioned2019-08-11T22:53:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:31Z
dc.date.available2019-08-11T22:53:41Z
dc.date.issued2013-02-22
dc.description.abstractBackground: The Cardiopulmonary exercise test (CPET) is considered to be the gold standard to evaluate functional capacity (FC) in patients with heart failure (HF). However, field tests such as the Six-minute Walk Test (6MWT) and the Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) are simple and effective in evaluating the same. Despite the increasing use of ISWT, no studies that used the test in patients with Chagas heart disease (CHD) were found and only few studies have evaluated the health-related quality of life (HRQoL) in this population. Objectives: To correlate the distance walked in the ISWT with distance walked by 6MWT and peak oxygen uptake (VO2peak) by CPET and health-related quality of life (HRQoL) in patients with CHD. Methods: Thirty five patients with CHD were evaluated according to the CF and HRQoL. The CF was assessed by CPET, 6MWT and ISWT. HRQoL was assessed by the generic Short-Form Health Survey (SF-36) and Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ). Descriptive data were shown as mean and standard deviation or median and interquartile range. The correlation was carried out with Pearson or Spearman correlation test. A ROC curve was constructed to investigate the accuracy of ISWT for predicting low values of VO2peak. Results: The distance walked in ISWT correlated with VO2peak (r= 0.498; p= 0.004), distance walked in 6MWT (r= 0.484; p= 0.003), MLWHFQ scores (r= -0.460; p= 0.006) and physical functioning and role physical domains of the SF-36 scores (r= 0.435, p= 0.009; r= 0.477, p= 0.008, respectively). There was no significant difference between the distances walked in field tests (p= 0.694). The area under the ROC curve was 0.871 for ISWT in predicts a VO2peak value of, at least, 25 mL.kg.min. Conclusion: The ISWT showed to be effective in evaluating the FC in CHD and in demonstrate the impact of disease on HRQoL of these patients.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9E3GV4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoença de Chagas/fisiopatologia
dc.subjectResistência física/fisiologia
dc.subjectTolerancia ao exercício/fisiologia
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectCaminhada/fisiologia
dc.subjectQuestionários
dc.subjectCardiomiopatia chagásica/fisiopatologia
dc.subjectCardiologia
dc.subjectTeste de esforço/métodos
dc.subject.otherTeste de esforço cardiopulmonar
dc.subject.otherCardiopatia chagásica
dc.subject.otherQualidade de vida relacionada à saúde
dc.subject.otherCapacidade funcional
dc.subject.otherIncremental Shuttle Walk Test
dc.titleAvaliação da capacidade funcional na cardiopatia chagásica pelo incremental Shuttle Walk Test e sua relação com qualidade de vida
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcia Maria Oliveira Lima
local.contributor.advisor1Manoel Otavio da Costa Rocha
local.contributor.referee1Marcia Maria Oliveira Lima
local.contributor.referee1Danielle Aparecida Gomes Pereira
local.contributor.referee1Lidiane Aparecida Pereira de Sousa
local.description.resumoIntrodução: O Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP) é considerado o padrão-ouro na avaliação da capacidade funcional (CF) em pacientes com insuficiência cardíaca (IC). No entanto, os testes de campo, tais como o Teste de Caminhada de Seis Minutos (TC6) e o Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) são simples e eficazes na avaliação da mesma. Apesar da crescente utilização do ISWT, não foram encontrados estudos que utilizaram o teste em pacientes com doença de Chagas (DC) poucos estudos avaliaram a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) nesta população. Objetivos: correlacionar a distância percorrida no ISWT com a distância percorrida no TC6 e com o pico do consumo de oxigênio (VO2pico) avaliado pelo TECP e com a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) em pacientes com cardiopatia chagásica. Métodos: Trinta e cinco pacientes com cardiopatia chagásica foram avaliados de acordo com a CF e QVRS. A CF foi avaliada pela TECP, TC6 e ISWT. A QVRS foi avaliada pelo questionário genérico Short-Form Health Survey (SF-36) e pelo questionário específico Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ). Os dados descritivos foram apresentados como média e desvio padrão ou mediana e intervalo interquartílico. A correlação foi realizada com o teste de correlação de Pearson ou Spearman. A curva ROC foi construída para investigar a precisão do ISWT em predizer baixos valores de VO2pico. Resultados: A distância percorrida no ISWT correlacionou-se com o VO2pico (r = 0,498, p = 0,004), com a distância percorrida no TC6 (r = 0,484, p = 0,003), com o escore encontrado no questionário Minnesota (r = -0,460, p = 0,006) e com os domínios capacidade funcional e aspectos físicos do SF-36 (r = 0,435, p = 0,009, r = 0,477, p = 0,008, respectivamente). Não houve diferença significativa entre as distâncias caminhadas nos testes de campo (p = 0,694). A área sob a curva ROC foi de 0,871 na predição pela distância percorrida no ISWT de VO2pico de, pelo menos, 25 ml.kg.min. Conclusão: O ISWT mostrou-se eficaz na avaliação da CF em pacientes com cardiopatia chagásica e em demonstrar o impacto da doença na qualidade de vida desses pacientes.
local.publisher.initialsUFMG

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