Diferenças urbano-rurais relativas ao consumo e ambiente alimentar e aos parâmetros antropométricos de adultos mais velhos: resultados do elsi-brasil

dc.creatorNair Tavares Milhem Ygnatios
dc.creatorBruno de Souza Moreira
dc.creatorMaria Fernanda Lima-costa
dc.creatorJuliana Lustosa Torres
dc.date.accessioned2025-05-14T19:59:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:20:31Z
dc.date.available2025-05-14T19:59:30Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractThis study aimed to identify dietary and anthropometric differences in older Brazilian adults (≥ 50 years old) living in urban-rural areas. This is a cross-sectional study with data from the second wave (9,949 participants) of the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil) from 2019-2021. Weekly dietary intake of fruit/ vegetables, beans, and fish; self-perception of salt consumption; food environment (availability of fruit/vegetables in the neighborhood and selfproduction of food); and objective anthropometric parameters (body mass index [BMI] and waist circumference [WC]) were evaluated. Analyses were adjusted for schooling level. Compared to urban areas, rural areas show lower consumption of fruit/vegetables five days or more per week (74.6% vs. 86.4%) and greater adequate salt intake (96.8% vs. 92.1%) – differences we observed for men and women. Rural areas showed lower high WC (61.9% vs. 68%), significant only for men. Considering food environment, rural areas had lower fruit and vegetable availability in the neighborhood (41.2% vs. 88.3%) and higher selfproduction of food (38.2% vs. 13.2%). We observed a lower consumption of fruit/vegetables five days or more per week in rural areas with fruit/vegetable availability in the neighborhood and no self-production of food. Urban and rural areas show food and nutritional diversity. Incentives for fruit or vegetable consumption among residents in urban areas should consider the greater availability of these foods in their neighborhood, whereas, in rural areas, self-production of food should be encouraged. Adequate salt intake and ideal WC maintenance should be reinforced in urban areas.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311XPT179222
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82278
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDieta Saudável
dc.subjectZona Rural
dc.subjectIngestão de Alimentos
dc.subjectFrutas
dc.subjectÍndice de Massa Corporal
dc.subject.otherDieta Saudável
dc.subject.otherZona Rural
dc.subject.otherIngestão de Alimentos
dc.subject.otherFrutas
dc.subject.otherÍndice de Massa Corporal
dc.titleDiferenças urbano-rurais relativas ao consumo e ambiente alimentar e aos parâmetros antropométricos de adultos mais velhos: resultados do elsi-brasil
dc.title.alternativeUrban-rural differences in food consumption and environment and anthropometric parameters of older adults: results from ELSI-Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue7
local.citation.spage1
local.citation.volume39
local.description.resumoObjetivou-se identificar diferenças alimentares e antropométricas entre adultos mais velhos brasileiros (≥ 50 anos) residentes em áreas urbano-rurais. Trata-se de um estudo transversal com dados da segunda onda (9.949 participantes) do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), de 2019-2021. Foram avaliados: consumo alimentar semanal de fruta/hortaliça, feijão e peixe; autopercepção do consumo de sal; ambiente alimentar (disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança e produção própria de alimentos); e parâmetros antropométricos objetivos (índice de massa corporal [IMC] e circunferência da cintura [CC]). As análises foram ajustadas por escolaridade. Em comparação com as áreas urbanas, observaram-se nas rurais: menor consumo de fruta/hortaliça em cinco dias da semana ou mais (74,6% vs. 86,4%) e maior consumo adequado de sal (96,8% vs. 92,1%) – di ferenças observadas para homens e mulheres. A CC elevada foi menor nas áreas rurais (61,9% vs. 68%), sendo significativa somente para homens. Houve menor disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança (41,2% vs. 88,3%) e maior produção própria de alimentos (38,2% vs. 13,2%) nas áreas rurais. O consumo de fruta/hortaliça em cinco dias da semana ou mais foi menor nas áreas rurais quando houve disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança e ausência de produção própria de alimentos. Há diversidade alimentar e nutricional entre áreas urbano-rurais. O incentivo ao consumo de fruta/hortaliça nas áreas urbanas deve considerar a disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança, enquanto nas áreas rurais deve ser em conjunto com a produção do próprio alimento. O consumo adequado de sal e a manutenção da CC nos valores ideais devem ser reforçados nas áreas urbanas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/C9WCr7sGBkBpR3LD65gyjQj/?lang=pt

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