As construções com o verbo começar no Português do Brasil e a noção de inceptividade aspectual

dc.creatorGiovvanna Cristina Rodrigues Alves Rafael
dc.creatorSueli Maria Coelho
dc.date.accessioned2023-10-05T22:32:46Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:23Z
dc.date.available2023-10-05T22:32:46Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2016v20n38p245
dc.identifier.issn2358-3428
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59209
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofScripta
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVerbo
dc.subjectLingua portuguesa - Brasil
dc.subjectGramática
dc.subject.otherAspecto inceptivo
dc.subject.otherVerbo COMEÇAR
dc.subject.otherGramática de Construções
dc.subject.otherPrincípio da Não-Sinonímia
dc.subject.otherPortuguês Brasileiro
dc.titleAs construções com o verbo começar no Português do Brasil e a noção de inceptividade aspectual
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage261
local.citation.issue38
local.citation.spage245
local.citation.volume20
local.description.resumoNeste estudo, pretendemos identificar as diferentes construções em que o verbo começar aparece no português brasileiro (PB), no intuito de verificar como o aspecto inceptivo se manifesta em cada uma dessas construções, uma vez que o referido verbo é o mais frequente na atualização da categoria aspectual em análise. (TRAVAGLIA, 1986; BARROSO, 1994). Baseandonos em postulados da Gramática de Construções, mais especificamente no Princípio da Não-Sinonímia de Goldberg (1995), lançamos a hipótese de que a inceptividade aspectual não se manifesta da mesma maneira nos tipos diferentes de construções com começar. Os dados utilizados nas análises foram extraídos, majoritariamente, de textos orais e escritos no PB, compreendidos entre os séculos XIX e XXI. Os resultados evidenciaram, à primeira vista, seis tipos de construções, dentre elas as construções perifrásticas e as intransitivas de perspectiva ergativa. Com relação à marcação do aspecto inceptivo, deparamo-nos com algumas limitações de análise, mas verificamos algumas possíveis contradições ao Princípio da Não-Sinonímia de Goldberg (1995).
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/P.2358-3428.2016v20n38p245

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