Teologia e política na América portuguesa: estudo da História do Predestinado Peregrino e seu irmão Precito, do Padre Alexandre de Gusmão (1629-1724)
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Jacyntho Jose Lins Brandao
Junia Ferreira Furtado
Valéria Maria Pena Ferreira
Adriano Lima Drumond
Junia Ferreira Furtado
Valéria Maria Pena Ferreira
Adriano Lima Drumond
Resumo
Com a presente tese, propomos reler parte da produção letrada do padre Alexandre de Gusmão (1629-1724), a História do Predestinado Peregrino e seu irmão Precito, publicada originalmente em 1682. Nesta narrativa alegórica, construída à luz da retórica aristotélico-tomista, discorre-se sobre os caminhos opositivos de Predestinado e Precito, respectivamente o súdito-fiel e o infiel. No contexto do Império Português, era necessário que os agentes da coroa, notadamente os jesuítas, se valessem do expediente didático-moralizador, a fim de conservarem o ordenamento teológico-político estabelecido, o qual se sustentava em uma razão católica de Estado. Sendo assim, nos caminhos do Predestinado divisa-se os caminhos do bem, da ordem e da harmonia da 'sociedade do corpo místico'. Ao contrário, nos descaminhos de Precito estão configurados os passos dos 'maus vassalos', enfim, dos súditos-infiéis da monarquia lusitana.
Abstract
Assunto
Jesuítas Brasil História, Narrativa (Retórica), Bem e mal na literatura, Simbolismo na literatura, Gusmão, Alexandre de, 1629-1724 História do Predestinado Peregrino e seu irmão Precito Crítica e interpretação
Palavras-chave
Teologia, Política, Alegoria