Administração epidural de neostigmina, epinefrina, xilazina ou associações em éguas: efeitos clínicos e antinoceptivos

dc.creatorRodrigo de Castro Valadares
dc.date.accessioned2019-08-13T22:09:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:15:06Z
dc.date.available2019-08-13T22:09:23Z
dc.date.issued2015-02-27
dc.description.abstractFailure to administer drugs via the epidural route is a problem more frequently reported in horses than in other species. Studies conducted on humans, mice, goats, and dogs have led to the hypothesis that neostigmine, adrenaline, and their combinations with lidocaine and xylazine may intensify and prolong the antinociceptive effects of the latter two drugs when administered to mares via the epidural route. To test this hypothesis, the current study was divided into four phases, with the same animals being used in all phases. The drugs neostigmine, lidocaine, and their combinations were evaluated in the first phase, and stimulation with a fine needle was used as the nociception model. Because the results differed from those obtained in similar studies, the same drugs were tested in the second phase but by using a different nociception model, i.e., electrostimulation. The results were in line with those obtained in the first phase of this study. The drugs evaluated in the third phase were adrenaline and neostigmine, combined or not with lidocaine, and with electrostimulation as the nociception model. Xylazine, adrenaline, neostigmine, and their combinations were used in the fourth and last phase of this study, and electrostimulation was maintained as the nociception model. Lidocaine was effective in promoting antinociception in the perineal region for a short period, during which the addition of neostigmine did not improve its antinociceptive action in both nociception models (fine needle and electrostimulation). Adrenaline intensified and prolonged the antinociceptive effects of lidocaine, as was observed in studies on humans and other animal species, without triggering any adverse effects. Neostigmine further intensified the antinociceptive effects of the combination of adrenaline and lidocaine. The best results with regard to antinociceptive action were obtained with xylazine; the combination of this drug with neostigmine did not lead to a significant increase in its antinociceptive potency. The small number of animals, use of a single dose of each drug, and use of only two models of nociception were some of the limitations of the present study. Nevertheless, these findings may provide useful information for future research.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-B4HH64
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnalgesia
dc.subjectAnestesia animal
dc.subjectEquino Cirurgia
dc.subjectNociceptores
dc.subject.otherAnalgesia
dc.subject.otherDor
dc.subject.otherEletroestimulação
dc.subject.otherNocicepção
dc.subject.otherEquino
dc.titleAdministração epidural de neostigmina, epinefrina, xilazina ou associações em éguas: efeitos clínicos e antinoceptivos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Suzane Lilian Beier
local.contributor.advisor-co1Carlos Augusto Araujo Valadão
local.contributor.advisor1Rafael Resende Faleiros
local.contributor.referee1Humberto Pereira Oliveira
local.contributor.referee1Luiz Alberto do Lago
local.contributor.referee1Paulo Sérgio Patto dos Santos
local.contributor.referee1André Escobar
local.description.resumoFalhas na administração de fármacos pela via epidural é um problema frequentemente relatado em equinos, comparados com outras espécies. Com base em estudos com seres humanos, camundongos, cabras e cães, hipotetizou-se que neostigmina, epinefrina e suas associações à lidocaína e xilazina, pudessem intensificar e prolongar os efeitos antinociceptivos destes dois últimos fármacos, quando administrados pela via epidural em éguas. Para testar esta hipótese, o estudo foi dividido em quatro etapas, utilizando-se sempre os mesmos animais. Neostigmina, lidocaína e suas associações foram os fármacos avaliados na primeira etapa, tendo o estímulo com agulha fina o modelo de nocicepção. Como os resultados foram diferentes de estudos semelhantes, na segunda etapa testaram-se os mesmos fármacos utilizados na primeira, mas com um modelo distinto de nocicepção, a eletroestimulação. Os resultados corroboraram os encontrados na primeira etapa deste estudo. Epinefrina e neostigmina associadas ou não à lidocaína foram os fármacos avaliados na terceira etapa, utilizando-se a eletroestimulação como modelo de nocicepção. Xilazina, epinefrina, neostigmina e suas associações foram os fármacos utilizados na quarta e última etapa deste estudo, mantendo-se a eletroestimulação como modelo de nocicepção. Lidocaína foi eficiente em promover antinocicepção na região perineal por um curto período de tempo, onde a adição de neostigmina não melhorou sua ação antinociceptiva, seja no modelo de nocicepção com agulha fina ou de eletroestimulação. Epinefrina intensificou e prolongou os efeitos antinociceptivos da lidocaína, como ocorreu em estudos envolvendo seres humanos e outras espécies animais, sem desencadear efeitos adversos, conforme avaliado neste estudo. Neostigmina intensificou ainda mais os efeitos antinociceptivos da associação de epinefrina e lidocaína. Os melhores resultados encontrados neste estudo, em relação à ação antinociceptiva, foram atribuídos à xilazina, onde sua associação com neostigmina não determinou incremento antinociceptivo considerável. Número reduzido de animais, utilização de apenas uma dose de cada fármaco, além de somente dois modelos de nocicepção, foram algumas das limitações deste estudo, podendo encorajar pesquisas futuras, contribuindo com os resultados aqui encontrados.
local.publisher.initialsUFMG

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