Efeito do fluxo salivar na rugosidade e conteúdo mineral do esmalte clareado: estudo in situ e in vitro

dc.creatorDebora Drummond Hauss Monteiro
dc.date.accessioned2022-02-11T11:54:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:01Z
dc.date.available2022-02-11T11:54:32Z
dc.date.issued2020-07-22
dc.description.abstractThis study evaluated the effect of saliva in vitro and regular or low salivary flow in situ on roughness, calcium/phosphorus ratio and calcium and phosphorus percentages of the enamel bleached with 35% hydrogen peroxide. Seventy-five specimens of third molars were divided in 5 groups, G1: Not bleached and not exposed to saliva; G2: Bleached and not exposed to saliva; G3: Bleached and stored in natural saliva in vitro, G4: Bleached and exposed to human saliva in situ in normal salivary flow participants, G5: Bleached and exposed to human saliva in situ in low salivary flow participants. Roughness (Ra, Rz) was evaluated with a 3D laser non-contact profilometer. Calcium/phosphorus ratio and calcium and phosphorus percentages were determined with energy- dispersive X-Ray spectrophotometry. These evaluations were performed before bleaching (T1), after bleaching (T2) and after the contact with saliva (T3). Participants saliva was collected and salivary flow was measured for their allocation in groups 4 and 5. Salivary pH and buffering capacity were evaluated with measuring tapes. Salivary calcium and phosphorus concentrations were determined by absorbance spectrophotometry. Data were analyzed by non parametric tests for the analysis between groups and times. A model of linear regression was adjusted for the dependent variable enamel roughness of groups 4 and 5 in T3, considering the covariables salivary flow, pH, buffering capacity and salivary calcium and phosphorus concentration (p<0.05). Roughness was similar among groups in T1. In T2, G1 differed from all groups. In T3, G5=G2>G3=G4=G1. For G1, roughness of T1=T2=T3. For G2 and G5 T1<T2=T3. For G3, T1<T3<T2; for G4, T1=T3<T2. Considering the calcium/phosphorus ratio and percentages of calcium and phosphorus in enamel, there was not a statistically significant difference between groups (p>0.05), nor between the moments of evaluation T1, T2 and T3 (p>0.05). Ra and Rz were, respectively, 0.14 and 1.95 lower with normal salivary flow than reduced salivary flow. It was concluded that the contact with the human saliva in vitro and normal salivary flow in situ reestablished the enamel roughness to the original values, but the low salivary flow did not. Dental bleaching and the contact with human saliva cannot modify calcium/phosphorus ratio nor their isolated percentages. Recovery of bleached enamel roughness was higher in normal salivary flow than low salivary flow, regardless of saliva pH and buffering capacity.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39352
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectClareamento dental
dc.subjectEsmalte dentário
dc.subjectEspectrofotometria
dc.subjectPeróxido de hidrogênio
dc.subjectSaliva
dc.subject.otherClareamento dental
dc.subject.otherEsmalte dentário
dc.subject.otherEspectrofotometria
dc.subject.otherPeróxido de hidrogênio
dc.subject.otherSaliva
dc.titleEfeito do fluxo salivar na rugosidade e conteúdo mineral do esmalte clareado: estudo in situ e in vitro
dc.title.alternativeEffect of salivary flow on bleached enamel roughness and mineral content: an in vitro and in situ study
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Allyson Nogueira Moreira
local.contributor.advisor1Cláudia Silami de Magalhães
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8857252948439619
local.contributor.referee1Ivana Márcia Alves Diniz
local.contributor.referee1Luis Fernando Morgan dos Santos Alves
local.contributor.referee1Roberta Tarkany Basting Höfling
local.contributor.referee1Amanda Beatriz Dahdah Aniceto de Freitas
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2308159515582297
local.description.resumoEste estudo avaliou o efeito do contato com a saliva in vitro e do fluxo salivar normal e reduzido in situ na rugosidade e na composição de cálcio e fósforo do esmalte, após clareamento com peróxido de hidrogênio 35%. Espécimes obtidos de terceiros molares (5 x 5 mm) foram divididos em 5 grupos (n=15), G1: não clareado e não exposto à saliva; G2: clareado e não exposto à saliva; G3: clareado e mantido em saliva natural in vitro, G4: clareado e mantido em saliva humana in situ em voluntários com fluxo salivar normal, G5: clareado e mantido em saliva humana in situ em voluntários com baixo fluxo salivar. A rugosidade (Ra, Rz), a proporção cálcio/fósforo e as porcentagens de cálcio e fósforo do esmalte foram avaliadas, respectivamente, por perfilometria a laser 3D e espectroscopia de energia dispersiva por raios X, antes do clareamento (T1), após o clareamento (T2) e após contato com saliva (T3). A saliva dos participantes foi coletada e o fluxo salivar foi medido para alocação nos grupos 4 e 5. O pH salivar e a capacidade tampão foram avaliados por fitas medidoras. As concentrações de cálcio e fósforo salivar foram determinadas por espectrofotometria de absorbância. Os dados foram analisados por testes não paramétricos para análise entre grupos e entre os tempos. Um modelo de regressão linear foi ajustado para a variável dependente rugosidade do esmalte dos grupos 4 e 5 em T3, considerando as covariáveis fluxo salivar, pH, capacidade tampão e concentração de cálcio e fósforo salivar (p<0,05). Não houve diferença de rugosidade (Ra, Rz) entre grupos em T1 (p>0,05). Em T2, G1 diferiu de todos os grupos. Em T3, G5=G2>G3=G4=G1. Para G1, a rugosidade de T1=T2=T3. Para G2 e G5 T1<T2=T3. Para G3, T1<T3<T2; para G4, T1=T3<T2. Esses achados mostraram um aumento da rugosidade com o clareamento e diminuição com o contato com a saliva, exceto quando houve exposição ao baixo fluxo salivar. A proporção cálcio/fósforo e as porcentagens isoladas de cálcio e fósforo no esmalte não foram alteradas com o clareamento e nem com o contato com a saliva, não havendo diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p=0,514) e nem entre T1, T2 e T3 (p>0,05). A rugosidade Ra foi em média 0,14 menor no grupo de fluxo salivar normal comparado ao grupo de fluxo reduzido, enquanto Rz foi em média 1,95 menor no grupo fluxo salivar normal. Conclui-se que o contato com a saliva humana in vitro e com o fluxo salivar normal in situ restabeleceu a rugosidade do esmalte. O baixo fluxo salivar in situ não restabeleceu a rugosidade inicial. O clareamento dentário e o contato com a saliva humana não alteram a proporção cálcio/fósforo e nem suas porcentagens isoladas no esmalte. A recuperação da rugosidade do esmalte clareado foi maior em fluxo salivar normal que em baixo fluxo salivar, independentemente do pH salivar e de sua capacidade tampão.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Odontologia

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