Perfil nosológico e algumas características de cães atendidos em clínicas veterinárias de Belo Horizonte, 1985/86
| dc.creator | Vitor Marcio Ribeiro | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T06:10:40Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:14:13Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T06:10:40Z | |
| dc.date.issued | 1988-08-26 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8RAPQ7 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Veterinária | |
| dc.subject | Cão Doenças Belo Horizonte | |
| dc.subject.other | Medicina Veterinária | |
| dc.title | Perfil nosológico e algumas características de cães atendidos em clínicas veterinárias de Belo Horizonte, 1985/86 | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Elvio Carlos Moreira | |
| local.contributor.referee1 | Francisco Cecilio Viana | |
| local.contributor.referee1 | Homem Israel Ferreira | |
| local.contributor.referee1 | Jose Ailton da Silva | |
| local.contributor.referee1 | Jose de Angelis Cortes | |
| local.description.resumo | O perfil nosológico e as formas de criação da população canina de Belo Horizonte foram estudadas, através de coleta aleatória de dados, envolvendo 960 cães atendidos em cinco estabelecimentos veterinários de Belo Horizonte, levando-se em consideração a Região Metropolitana de Belo Horizonte de onde procediam os animais. O estudo envolveu 143 bairros de 5 das 8 regiões em que foi dividida a Região Metropolitana. Os resultados revelaram a existência de: maior freqüência de cães SRD em todas regiões; machos alcançaram 55% na amostra; maior freqüência de população com idade inferior a 36 meses em todas regiões; cães de companhia alcançaram 50,42% na amostra e de guarda 48,85%; o maior índice de cães com acesso ás ruas foi verificado nas regiões III e IV, o maior índice de cães confinados em casas nas regiões II e IV e o maior índice de cães confinados em apartamentos na região I; a alimentação predominante foi a comida caseira em todas as regiões; a média de cobertura vacinal antirrábica foi de 0,54 dose por animal (D/A), contra parvovirose 0,71 D/A e tríplice 0,72 D/A. No perfil nosológico foram observadas alterações digestivas e parvovirose (26,25%); alterações dermatológicas (14,22%); acidentes (13,18%); animais encaminhados para controle geral (9,83%); cinomose (9,51%); alterações reprodutivas (3,97%); otites (3,66%); alterações nutricionais (3,35%); picadas (insetos e carrapatos) (2,82%); alterações urinárias (2,41%); alterações genéticas e congênitas (2,09%); alterações oftálmicas (2,20%; neoplasias (1,88%); alterações respiratórias (1,57%); intoxicações (0,63%); alterações metabólicas (0,63%); alterações odontológicas (0,63%); alterações cardiovasculares (0,52%); leptospirose (0,31%); erliquiose (0,31%). | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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