Dinâmica do comportamento da água em subsuperfície na bacia do córrego do Quebra, Gouveia, Espinhaço Meridional, Minas Gerais

dc.creatorMaira Lopes Nogueira
dc.date.accessioned2019-08-13T07:34:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:08Z
dc.date.available2019-08-13T07:34:49Z
dc.date.issued2008-05-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7X9DWD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSolos Percolação eses
dc.subjectGouveia (MG)
dc.subjectÁgua
dc.subject.othergeografia
dc.titleDinâmica do comportamento da água em subsuperfície na bacia do córrego do Quebra, Gouveia, Espinhaço Meridional, Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Paulo Roberto Antunes Aranha
local.contributor.advisor1Cristina Helena R Rocha Augustin
local.contributor.referee1Vilma Lucia Macagnan Carvalho
local.contributor.referee1Nilo de Oliveira Nascimento
local.contributor.referee1Fernando de Morais
local.description.resumoEste estudo tem por objetivo obter e analisar informações mais precisas sobre a dinâmica subsuperficial da água de infiltração em parcelas experimentais. Este tema se reveste de grande importância quando correlacionado a outros dados, dentre eles a forma da vertente, a micro-topografia, características do solo, entre outros. A capacidade de infiltração tem grande importância devido a sua influência nos processos erosivos de vertente e na capacidade do solo de manter a cobertura vegetal, por exemplo. Assim, as questões que norteiam esta pesquisa baseiam-se no fato de que a água, em seu processo dinâmico de entrada e saída da superfície, torna-se responsável, localmente, por mudanças na fisionomia das vertentes e, regionalmente, pela evolução do relevo. A pesquisa foi desenvolvida no município de Gouveia, Espinhaço Meridional, Minas Gerais, Brasil, em uma vertente suavemente ondulada na margem esquerda de um córrego de 3ª ordem. Na alta vertente ocorre o cambissolo e média vertente o latossolo. Os experimentos foram realizados sob diferentes condições iniciais de umidade: no início e no fim de um período chuvoso. A metodologia envolveu três etapas principais: 1 aplicação no solo de uma solução aquosa traçadora, constituída por água e corante Brilliant Blue FCF e cloreto de sódio; 2 leitura da subsuperfície por métodos geofísicos (perfis geoelétricos e Georadar); 3 abertura de perfis de solo para observação do traçador e coleta e análise de dados de solo. A visualização do movimento da água em subsuperfície por meio do traçador azul foi feita tanto por meio dos métodos geofísicos quanto por perfis abertos no solo cinco semanas após a injeção da solução traçadora. Os perfis foram abertos tanto perpendicular quanto paralelamente ao escoame nto esperado do fluxo na vertente. Os resultados demonstram clara diferença no modo como a água infiltra nos dois diferentes tipos solos estudados, revelando também a inquestionável influência da forma da vertente e também a eficácia da metodologia empregada para esses estudos.
local.publisher.initialsUFMG

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